Fábio Jr em São Paulo

Fábio Jr sempre embala o coração de todo mundo com suas músicas românticas e sua voz. Em 07 de Fevereiro de 2020 quem está por São Paulo, poderá ver e ouvir o cantor de pertinho e se emocionar.

Fábio se apresenta no palco do Espaço das Américas às 22h com um show inesquecível e com uma produção impecável. O cenário trás painéis de led, colunas e elementos que valorizam a estética de forma simples e sofisticada.

Foto de André Hirae

No repertório da apresentação, as grandes canções que marcaram a carreira de Fábio Jr, como os hits “Caça e Caçador”,”Você” e “Alma Gêmea”. O cantor também canta suas versões para sucessos de outros artistas, como “Tente Outra Vez” (Raul Seixas) e “Dias Melhores” (Jota Quest). Destaque para o momento acústico do show, que promete emocionar muito.

Os ingressos podem ser comprados nas bilheterias do Espaço das Américas e pelo site da Ticket 360

O Show

Quando: 07 de Fevereiro de 2020

Horário: 22h (Abertura da casa às 20h)

Onde: Espaço das Américas – Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda, São Paulo/SP

Valores: De R$ 140 à R$ 320
Censura: 14 anos

Canção do Sol

Flavia K lança “Canção do Sol” sua bela parceria com um dos maiores ícones da MPB, Roberto Menescal.

Menescal conheceu Flavia K, quando ela era adolescente. Ele encantou com a voz dela que combinava com Blues, com seu talento ao tocar piano pianista e pelas músicas que ela cantava, tanto as autorais como versões. Surgiu então uma linda amizade.

Agora eles se unem nessa canção, composta por Flávia junto com a sua mãe Anete, e que acaba de ganhar um webclipe, que mostra cenas dos bastidores, dos dois criando e gravando a canção.

No single, Roberto Menescal toca o solo de guitarra, que junto com o piano da base a melodia, que nos leva à Bossa Nova junto com a poesia da letra e leveza rítmica. Uma música linda e especial.

“Canção do Sol”, faz parte do mais recente EP Flávia K, “Janelas Imprevisíveis” lançado em Outubro.

Milton Nascimento em São Paulo

Um dos maiores nomes da MPB, Milton Nascimento rodou o Brasil com a turnê “Clube da Esquina”. E você de São Paulo e região, não pode perder a chance de conferir de perto os últimos shows da tour.

Serão duas apresentações, que acontecem nos dias 17 e 18 de Janeiro em uma das casas mais emblemáticas da cidade da garoa, o Espaço das Américas às 22h30.

Os shows celebram o clássico “Clube da Esquina” (em dois discos), inclusive com músicas que antes nunca tinham sido cantadas ao vivo. Canções dos discos “Minas” e “Gerais” estarão presentes também, pois os dois trabalhos tem direta ligação com “Clube da Esquina”.

Foto: João Couto

E o melhor, Lô Borges, Wagner Tiso e Flávio Venturini, os grandes parceiros do nosso querido Bituca vão participar dos shows. Também foram convidados para dividirem o.palco com o cantor, Criolo, Maria Rita e Maria Gadú, grandes nomes da música brasileira atual.

No repertório, Milton trará alguns de seus grandes hits, como “Clube da Esquina 1”, “Cravo e Canela”, “Cais”, “Canção Amiga” e “Nuvem Cigana”. O show tem direção artística de Augusto Nascimento e direção musical de Wilson Lopes.

“Clube da Esquina”, o Show

Quando: 17 e 18 de Janeiro de 2020

Horário: 22h30 (abertura da casa 20h30)

Onde: Espaço das Américas – Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda, São Paulo/SP

Censura: 14 anos

Valores: De R$ 120 à R$ 380

Vendas: Nas bilheterias do Espaço das Américas e pelo site

Vou Atrás

Tiê lança o novo e gostoso single “Vou Atrás”, em parceria com Cynthia Luz.

Para comemorar o lançamento do formato físico do álbum ao vivo “DiX”, a cantora lança o vídeo da música, retirado do DVD comemorativo dos dez anos de carreira, e mostra o amor das duas cantoras por essa canção e como se divertiram e se entregaram ao cantá-la.

“A música ‘Vou Atrás’ é muito especial. Foi a primeira que compus com o meu companheiro André Whoong. Convidamos a Cynthia para essa versão, porque a música tem a ver com ela também. E ficou muito linda essa nossa parceria”, conta Tiê.

Me Gusta Entrevista : Bruna Caram

Bruna Caram lançou em 26 de agosto o quinto álbum da carreira, “Alivio”. Um álbum lindo, brasileiro né de muita personalidade.

Este é o trabalho mais autoral da cantora, que assina sete das nove músicas do álbum. Com produção de André Moraes, o disco conta com as participações de nomes como Marcelo Jeneci, Ailton Reiner e Jean Dollabella, do Sepultura, entre outros.

O Portal Me Gusta teve o privilégio de conversar com a cantora por telefone para falar de carreira, música e o novo trabalho.

Saiba tudo o que conversamos na íntegra.

Portal Me Gusta: Como surgiu a música na sua vida?

Bruna Caram: A música surgiu antes da vida, até. A minha avó foi cantora de rádio nos anos 50 e ela gravou uma participação em uma música que falava de maternidade que chama “Livre” e o meu avô era violonista. Então eu já nasci no meio musical perto de produtores, compositores e professores de música. Quando eu era criança, a casa da minha avó no interior, era uma escola de música e então, muito antes de ser minha profissão, a música foi a primeira maneira de viver para mim. Uma maneira de ser feliz e estar com as pessoas que eu gostava. Antes de decidir fazer isso como minha profissão, conheci a música como prazer e para fazer feliz.

Me Gusta: Como se deu o processo de escolha de repertório do novo disco “Alívio”?

Bruna: Eu comecei os trabalhos em Janeiro com uma pré-produção do André Moraes. Fiquei bem feliz de encontrar o André, porque o conheci como cineasta, que é uma das profissões dele e ele me conheceu como atriz em um trabalho com o Sérgio Pena, que é um dos preparadores de elenco mais requisitados do Brasil e cuja equipe eu faço parte. Eu queria muito que o disco mostrasse a interpretação em primeiro lugar e contasse as histórias das músicas, e tinha vontade de que a música brasileira aparecesse mais do que nos outros álbuns anteriores. Queria que quem ouvisse soubesse que é a neta de um violonista, então foi muito gostoso. A gente ouviu de Reggae a Queen e Rock’n Roll, que é a praia do André e fui encontrando essa possibilidade de fazer um disco com bastante dinâmica e muito foco nas letras das músicas. Eu acho que isso refletiu no resultado final, até porque a maioria das letras são minhas.

Me Gusta: Como é o seu processo de composição e suas inspirações ao compor?

Bruna: Até não tem para trás eu não me via como compositora. Me envia bastante como letrista, porque eu escrevo desde criança, mas não me sentia muito capaz de compor música mesmo. Foi por causa dos meus parceiros que eu sair do armário como compositora e nos meus discos anteriores, ficou bem mais claro, Por que tenho parcerias com Chico César, Roberta Sá e Zeca Baleiro, que foram pessoas importantes naquele momento. E no “Alívio”, eu apareci sozinha como compositora, e com certeza, começar a tocar instrumentos me deu esse lugar de segurança que eu não conhecia. Estudei piano e violão desde adolescente, abandonei os dois na faculdade e demorei muitos anos para ter coragem de novo, de me encontrar com os instrumentos. Acho que o motivo de eu ter voltado, foi ter ganhado a sanfona do meu avô, depois que ele morreu e de repente me vi com esse instrumento tão bonito e tão difícil no meu colo. Então decidi que mesmo que eu tocasse mal, eu tocaria, e foi assim que consegui me abrir para composição em geral. Hoje eu componho no piano mesmo ou até a capela, mas o fato se eu conseguir escrever minhas músicas e falar para os músicos, foi uma evolução na carreira. Eu virei uma outra artista muito mais feliz e menos insegura. E o disco é sobre isso.

Me Gusta: Como foi fazer a sua versão de “Certas Canções”, do Milton Nascimento?

Bruna: Escolher uma canção de um dos maiores cantores do universo é sempre libertador e um desafio. Eu via composições de compositores conhecidos e pareceria que em nada, eu achava um diferencial e com a potência que eu queria. Essa música do Milton apareceu, porque acho esse tema muito lindo, de dizer o quanto se ama a arte alheia. Aí caiu a minha ficha, de que em um disco tão autoral, a única música não autoral, que fala da arte alheia, é também um elemento de cura e de união, e para mim foi como encontrar uma justificativa do disco todo. E Por incrível que pareça a ideia de arranjo veio de mim, tocando a música sozinha em casa. Então, ela começa uma coisa meio sombria e isso foi uma brincadeira minha em casa tocando e que gravei e mandei para o produtor E ele disse ‘não importa o que a gente faça, vai começar assim a música’. Foi muito bom trazer o meu piano como referência. O André pôde trazer o lado metaleiro e o lado Rock and roll dele para criar e demonstrar, a força que essa letra tem. Acho que o refrão é um estouro, falando do que a arte faz. E num disco que é sobre cura e autoestima e que fala também de questões políticas e opressões, falar do amor no final é muito simbólico pra mim.

Me Gusta: E como foi gravar o clipe de “Certas Canções”?

Bruna: O clipe é uma loucura. Quem dirigiu foi a Fernanda Pessoa, O que é uma grande amiga e que fez um filme bem premiado e que está no Netflix, chamado “Histórias Que O Nosso Cinema Não Contava”, que é sobre a pornochanchada na época da ditadura militar e há muitos anos, ela me chamou para fazer um experimento com ela de dança, que ela ia gravar em película 2mm e esse experimento acabou não dando certo para o que ela queria. A gente resgatou esse material que a gente tinha feito, há seis anos atrás e ficamos assistindo aquilo juntas e pensando no que fazer. Aí eu trouxe a canção já pronta, e a gente decidiu gravar novos trechos e ela usou a referência incrível da época dos primeiros filmes do cinema. E então a gente conseguiu reunir visualmente, essa mesma questão da letra, que é dizer o quanto as artes nos libertam e o quanto é bom sempre reverenciar todo tipo de arte. E foi incrível também fazer o clipe dançando. Sempre fui ligada na arte, não só no canto, mas também fazer dança e teatro. Eu fazia tudo que era possível e acho que foi a última vez, este ano, que consegui dançar direito, porque eu já tava grávida quando gravei esse clipe e fiquei muito feliz de me ver desta maneira agora.

Me Gusta: Como surgiu a parceria com Jean Dollabella do Sepultura?

Bruna: Veio pelo André que gosta muito de rock e eu fiquei muito feliz de justamente, em um disco tão clássico cheio de referências brasileiras, trazer alguém do metal e justamente na música do Milton, que é um clássico e que nunca deixará de ser. E acho que faz muito parte do meu trabalho, ter gêneros diferentes e fazer ter sentido quando são combinados. E também acho que não disco onde eu conto histórias que aconteceram comigo e com tantas outras pessoas, não importa muito gênero que cada música toca. O que importa é chegar junto e foi o caso, assim como todos que participaram desse disco.

Capa de “Alívio”

Me Gusta: E como surgiu a parceria com Marcelo Jeneci em “Meu Perdão”?

Bruna: O Jeneci é um grande amigo de muito tempo e ele tocou em quase todos os meus discos. Desde o primeiro ou segundo álbum, o Jeneci está junto, desde antes dele compor e cantar, ou desde antes de eu saber que ele cantava. Eu participei do disco do Jeneci como preparadora vocal dele. Então a gente tem se encontrado muito. Eu queria uma participação dele. Além de músico, ele é uma pessoa fantástica.

Me Gusta: Como surgiu o seu lado atriz?

Bruna: Ele é fundamental como cantora. Eu sinto que se eu não tivesse encontrado o teatro, eu teria parado de cantar, porque mudou tudo. Foi como se eu fosse o patinho feio, e encontrasse o meu lugar, quando encontrei o teatro. Bem antes da primeira minissérie na Globo que eu fiz, participei da oficina de teatro com a Cris Serra, que é diretora de teatro e atriz, e prima da diretora de teatro Bia Muniz (que foi quem dirigiu o espetáculo “Falso Brilhante” de Elis Regina). Depois que eu conheci a Cris, Nunca mais a abandonei, ela dirige todos os meus shows. Pra mim só cantar, não vale a pena. Cantar já é atuar, atuar já é dançar, dançar já é compor e compor já é fazer um filme. Eu cada vez mais gostaria de mergulhar em várias artes de uma vez só. Porque eu vejo que nunca enxerguei as artes como coisas separadas. A música para mim é mais do que só música, é a história, é evolução, é um elemento de união e consciência. A música é o meu motor pra tudo.

Me Gusta: Como foi trabalhar como atriz na série “3 Irmãos” na TV Globo?

Bruna: Acho que talvez foi a experiência mais bonita da minha vida. O convite surgiu ao acaso. Eu nunca me inscrevi e nunca entrei em contato com alguém da Globo, para fazer algum teste. Eu nem me considerava propriamente atriz, quando eu fiz o teste e em um mês minha vida mudou completamente. Me mudei para o Rio, tive de mudar toda minha logística e passei a conviver todos os dias com atores e artistas, que me receberam como alguém da família e como alguém muito capaz de trabalhar e estar a altura deles. A personagem foi um presente, muito diferente de mim e muito parecida ao mesmo tempo. E sei que ainda vão pintar muitas outras oportunidades de trabalhar como atriz e de ser outras. Já apareceram outras oportunidades, algumas possibilidades, mas que esse ano não foram possíveis. Mas aguardem que em breve vocês me verão, seja na TV ou em séries ou no teatro. É uma coisa que está muito dentro de mim.

Me Gusta: Sua relação com os fãs, como é?

Bruna: É muito próxima e tranquila. Felizmente até hoje, muitas poucas vezes algum fã passou a barreira do respeito. Eu consigo muito através das redes sociais, estar mais perto. Nos shows sempre recebo a plateia inteira no camarim depois e pra mim é muito importante. O meu trabalho é muito humano e acho que inclusive, ter todas as artes juntas tem a ver com isso, receber as pessoas e abraçar elas.

Me Gusta: Quais suas principais influências músicais?

Bruna: Obviamente, Elis Regina, que foi quem me ensinou a ver cantar como algo sério. Com certeza Dominguinhos e o Luiz Gonzaga, desde que comecei a tocar sanfona. De cantoras, a Nora Jones e a Maria Bethânia. Hoje me inspiro também em compositores que eu gosto, amigos do 5 à Seco, e o próprio Rubel, que é um amigo. Gosto de ouvir tantas coisas diferentes. Mas de voz acho que as que mais me acalentam são a Norah e a Bethânia.

Me Gusta: Quais os próximos passos da carreira que você pode adiantar?

Bruna: Os próximos passos são uma turnê maravilhosa, até Novembro. Em Dezembro vou parar, depois vou colocar mais uma pessoa no planeta e vai ser uma grande experiência. Entre Dezembro e Janeiro, lanço meu novo livro de poesias e ano que vem retomo a turnê do “Alívio” ou uma nova turnê de música e poesia com o livro novo.

Me Gusta: O que você diria quem está começando na carreira de cantor?

Bruna: Pra todos os cantores populares do mundo eu diria: Estudem. Acho que a técnica e a interpretação são grandes amigas e cantar com a alma, tem tudo a ver com conhecer sua própria voz. É por isso, que eu trabalho com isso e estudo todos os dias da minha vida. Sempre valeu a pena.

Pedro Mariano no Rio de Janeiro

Trazendo uma MPB de qualidade, o talentoso Pedro Mariano irá se apresentar na cidade maravilhosa.

O Teatro VillageMall, no Rio de Janeiro vai receber o cantor no dia 2 de Novembro às 21h, com o show da turnê “DNA”.

Com ingressos a partir de R$50, o projeto conta com as principais canções do novo álbum “DNA” e com os grandes sucessos da carreira deste grande artista. Também releituras de músicas gravadas por Guilherme Arantes, Ana Carolina, Chiara Civello, Jorge Vercillo e Edu Krieger.

Para a apresentação, os arranjos das músicas foram repaginadas. “As alterações nas músicas são uma adequação à sonoridade da banda”, conta Pedro Mariano.

Os músicos que vão acompanhar o cantor são Conrado Goys (violões e guitarras), Thiago Gomes (bateria), Leandro Matsumoto (baixo) e Marcelo Elias (teclados e direção musical).

Você que é do Rio de Janeiro e região (ou de outros locais e que pode ir até à cidade), não pode deixar de conferir.

O Show “DNA”

Quando: 02 de Novembro de 2019

Horário: 21 h

Local: Teatro VillageMall – Avenida das Américas, 3.900, loja 160 do Shopping VillageMall – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro/RJ

Compre Seu Ingresso: Na bilheteira do teatro ou pelo http://www.uhuu.com

Maiores Informações: http://www.teatrovillagemall.com.br

Naiá – “Caetane-se” Em São Paulo

Muitas das músicas marcantes da MPB, são do mega talentoso Caetano Veloso. Algumas dessas canções, ganharam uma nova roupagem empolgante e bela pela cantora Naiá.

Que tal assistir de pertinho, a cantora apresentar essas versões com sua voz linda e marcante? Essa é a oportunidade pra você que é de São Paulo e região.

Na Sexta, dia 11 de Outubro, Naiá faz o lançamento do EP “Caetane-se”, com um show muito bacana no Estúdio Bixiga às 22h. Ela cantará os sucessos de Caetano com muita personalidade.

O Show:

Quando: 11 de Outubro de 2019

Horário: 23h

Onde: Estúdio Bexiga – Rua Treze de Maio, 825 – Bela Vista, São Paulo/SP

Entrada: R$ 10 antecipado e R$ 20 na porta

Maiores informações: https://www.facebook.com/events/738685019926951/

Linda Flor

O veterano Jorge Vercillo se une ao novo talento da música brasileira Gabriel Burlamaqui na apaixonante “Linda Flor”.

A nova canção é uma composição de Gabriel e ganhou um lindo clipe com paisagens maravilhosas e direito a um belo pôr do Sol. Os cantores embalam uma história de amor na produção dirigida por Gabriel Steglich.

O mais bacana dessa parceria é o fato de Jorge ter recebido a canção do próprio Gabriel e ter não só gravado a faixa, como também ter o convidado a cantar com ele e a fazer a produção de “Linda Flor”.

Uma canção muito gostosa de ouvir e com uma letra delicada e emocionada. Gabriel Burlamaqui é um cantor muito bacana que tem de tudo pra estourar no país todo e com a ajuda de Jorge Vercillo, esse caminho de sucesso está só começando.

Djavan em São José dos Campos

Que tal ver e ouvir um dos maiores cantores do Brasil, Djavan, de perto?

Se você é de São José dos Campos e região ou passeando pela cidade, essa é a sua grande oportunidade de viver esse momento mágico.

O cantor e compositor vai apresentar o show de sua “Turnê Vesúvio” no dia 11 de Outubro no Clube Luso Brasileiro, às 23h30.

Foto: Divulgação

No repertório as canções do mais recente álbum “Vesúvio” como os singles “Solitude”, “Cedo ou Tarde” e “Vesúvio” e também os grandes sucessos da carreira do alagoano (canções como “Se”, “Samurai”, “Oceano” e “Eu Te Devoro”).

Sobre suas novas músicas, Djavan conta “Estou sempre buscando novas motivações e para mim pareceu um desafio imenso fazer música pop neste momento, eu que normalmente em meus discos invisto na diversificação”.

O artista também fala um pouco sobre o novo disco “Quis fazer um disco pop também pelo momento em que estamos vivendo, nebuloso, de tanta incerteza no país e no mundo. Queria que a minha mensagem musical chegasse com mais facilidade, com mais fluidez, cristalina”.

Foto: Divulgação

Djavan será acompanhado por uma incrível banda composta por João Castilho (Guitarra), Paulo Calazans e Renato Fonseca (Piano), Arthur de Palla (Baixo) e Felipe Alves (Bateria).

A direção do show é do próprio Djavan e o cenário é assinado por Suzane Queiroz. O figurino é de Roberta Stamato.

O Show “Vesúvio”

Quando: 11 de Outubro de 2019

Horário: 23h30

Onde: Clube Luso Brasileiro – Estrada Municipal Pedro Moacir de Almeida Km 5, Alto da Ponte – São José dos Campos/SP

Maiores Informações: http://www.alphatickets.com.br/

Amor de Ouro

Lucy (Alves) lança o seu single mais fofo de todos amor de ouro. Você vai se apaixonar.

A música ganhou um clipe com direção de Raphael Vieira, onde diversas pessoas escutam pela primeira vez a faixa e suas reações são gravadas, bem como seus comentários. A cantora também interpreta a sua canção e toca sua sanfona na praia. As gravações foram feitas no Rio de Janeiro.

Com a nova canção, Lucy mistura o Pop com as suas raízes nordestinas do Forró. “Além de trazer minhas raÃízes nordestinas muito pulsantes, com um perfume, um acabamento latino como um todo, ‘Amor de Ouro’, traz uma imagem muito forte e muita sensualidade, fogo. Uma temperatura que eu acredito estar muito presente nas minhas músicas e que eu acho bem característica do Nordeste. Tudo isso com uma mensagem de amor e tolerância e linguajar simples, porque o mundo precisa disso”, revela a artista.

Sobre a música Lucy também conta, “É um single muito especial na minha carreira, porque afirma permanentemente esta nova fase que eu estou vivendo”.

Ela completa, “A música tem uma característica muito importante e peculiar, porque gravei todos os instrumentos e vocais. A produção musical partiu muito de mim, junto com o Alan Siqueira, trazendo uma levada bem moderna, com uma batida envolvente, mas, que não deixa de lado muito da minha cena, do meu trabalho, da minha característica de multi-instrumentista, na música do meu Nordeste”.

“Trato este lançamento com muito carinho, porque estou amando falar de amor e tolerância, com esse linguajar cotidiano que aproxima de todo mundo”, reflete Lucy.

O single estará no próximo álbum da cantora, que será lançado até o final do ano pela Warner Music.

Não Sei

Tiê junta sua linda voz com o grande talento de Rael no single “Não Sei” que vai te conquistar em cheio.

A música ganhou um clipe ao vivo que mostra toda a química musical entre os dois cantores e a foram cúmplicidade entre ele ao dividir o palco. A direção é de Clara Cavour.

A música composta por Tiê, Rael e André Whoong, narra o diálogo de um casal conversando sobre o futuro deles. “Logo que eu e André escrevemos a música, pensamos no Rael. Ele canta muito bem, tem uma presença incrível e nós temos uma relação muito boa além do palco. Estou muito feliz com essa parceria”, conta a cantora.

Foto: Rogério Von Kruger

O vídeo faz parte de “DiX”, o novo DVD da Tiê, que será lançado pela Warner Music juntamente com CD no começo de Setembro.

Faz Uma Loucura Por Mim

No fim do no passsado, Malía fez sua versão para o clássico de Alcione, “Faz Uma Loucura Por Mim”. Agora as duas cantoras se unem e revisitam este hit tão especial.

A nova versão ganhou um vídeo gravado na cidade maravilhosa. Nele, vemos a linda sintonia entre Malía e Alcione que cantam e se divertem juntas em estúdio. A direção foi de Eduardo Levy e Marcelo Paiva.

Após interagirem bastante pelas redes sociais, as duas cantoras se encontraram no Rio de Janeiro em um evento. Foi aí que elas que se admiram, combinaram de gravarem juntas a canção.

Foto: Paula Guimarães

Segundo a grande Alcione, “Malía é uma grande surpresa da nova geração. Eu sinto nela o frescor de um movimento raro e bonito da Música Popular Brasileira”.

Certas Canções

“Certas Canções” é o novo single de Bruna Caram e você vai adorar essa canção bem gostosa de ouvir.

A cineasta e artista visual Fernanda Pessoa, foi a escolhida para dirigir o clipe dessa bela música de Milton Nascimento.

Na produção gravada em 8MM na cidade de São Paulo no parque da Água Branca em 2013 e no edifício Martinelli em 2019, Bruna canta e dança dando vida a uma bailarina.

Sobre o novo clipe, Bruna conta “Criamos esse vídeo para homenagear o primeiro cinema, os primeiros filmes feitos pelo Lumiere, de onde tiramos a referência da Serpentine Dance”. E ela conclui, “A ideia tem tudo a ver com a letra da música, que fala sobre como a arte alheia nos move, toca e inspira”.

O material de 2013 já estava pronto e foi complementado com o novo material. “O material ficou parado atá agora, quando ouvimos a música, decidimos usar o material para finalizar um clipe em homenagem a obras artísticas que nos inspiram e emocionam”, conta a diretora.

Ela também revela “Esse trabalho juntou minha paixão pelas imagens de arquivo e pelo chamado ‘cinema de atrações’ com a paixão da Bruna pela dança”.Bruna Caram em breve lança o seu novo EP, “Alivio”. A previsão é para o fim de Agosto.

Se Fiquei Esperando Meu Amor Passar

Isabella Taviani dá uma nova e linda roupagem para “Se Fiquei Esperando Meu Amor Passar”, um belo clássico da banda Legião Urbana.

No final do ano a cantora lançará o seu novo álbum e enquanto ele não chega, os seus fãs vamos poder se deliciar com a versão dessa poesia lançada oficialmente em 1989.

A música é realmente um presente, para preeencher os nossos corações de amor e foi feita exclusivamente para as plataformas digitais.

Isabella conta um pouco sobre a escolha da canção, “Numa tarde dessas, enquanto organizava meus discos, ‘As Quatro Estações’ veio parar na minha mão, quando ouvi ‘Se Fiquei Esperando Meu Amor Passar’ percebi que deveria regravá-la, num tom mais intimista e bem suave: voz, violão, violoncelo e nada mais. É preciso cantar, ouvir e pensar novamente Legião Urbana”.

A nova versão ficou especialmente linda e Isabella Taviani imprimiu toda sua personalidade e sensibilidade, tocando assim diretamente o nosso coração.

Tua

Adriana Calcanhotto com muita sensibilidade lança “Tua” e você vai amar.A canção escrita por Adriana e que foi consagrada na voz de María Bethânia, ganhou um clipe lindo dirigido por Murilo Alvesso. A produção com uma plástica simplesmente linda, mostra a cantora desnuda cantando enquanto imagens são projetadas em sua pela, como em uma tela.Sobre a composição da canção, Calcanhotto conta “Compus em Roma, em um verão tão quente que não dava pra sair do quarto do hotel antes das 19h. Durante uma semana foi assim e durante essa semana fiz uma canção que começasse com uma palavra compreensível em português e em italiano. TUA, pensei”.Ela completa “Foi uma doce prisão aquela. Com o ar condicionado no talo escrevendo sobre a ilusão de pertencimento que o amor pode causar. Maria Bethânia gravou essa canção lindamente, o que torna a minha versão automaticamente inferior, mas sendo eu a autora achei que não faria mal em registrar”.O single faz parte de “Margem”, o mais recente álbum de Adriana Calcanhoto pela Sony Music.https://youtu.be/ahckk3rJ8y0