Ficar Sem Você

Davi Sabag lança “Ficar Sem Você” e com um som bem gostoso e sua linda, chega pra nos emocionar.

A música ganhou um clipe bem simples, mas lindo, dirigido por Julia Griebel e o próprio Davi. Na produção, o cantor está em um quarto vazio refletindo e cantando sobre a falta que sente de alguém.

No Instagram, o artista fez uma reflexão sobre a necessidade de encontar um equilíbrio em tempos tão difíceis que nosso país enfrenta. Ele conta que está com pouco tempo pra meditar e se exercitar e que tenta ser grato ao que tem ao invés de ficar reclamando do que falta.

Davi completa “Espero que essa música de sexta seja um afago no meio de tanta loucura e que possa transmitir paz nesses 3 minutos em algum momento da vida”.

Morir Solo

Prince Royce, após se aventurar um pouco na música urbana, está de volta com uma bela Bachata, “Morir Solo”.

A música ganhou um clipe simplesmente lindo em uma paisagem maravilhosa com direção de Fernando Lugo. Na produção, o cantor é um rapaz que depois de um tempo fora, volta para sua amada vivida por Karina Larrauri.

As gravações foram feitas na província de Samaná na República Dominicana. Um local praieiro e de montanhas, que tem além de paisagens lindas, casas muito bonitas. Tudo em harmonia com a natureza. Inclusive o país é onde se originou a Bachata e também onde o cantor nasceu.

“Samaná foi o lugar perfeito para gravar o vídeo de ‘Morir Solo’. Nada melhor do que uma Bachata romântica em um paraíso dominicano”, do Prince Royce.

A canção estará em “Alter Ego”, o próximo álbum de Prince Royce, e será lançado em breve.

Artemis

Lindsey Stirling nos faz sonhar com um mundo mágico com “Artemis”. Vamos viajar e nos encantar.

No clipe da nova música, Lindsey interpreta a deusa Artemis, que protege a natureza junto a belas guerreiras. Artemis é conhecida na mitologia grega como a deusa dos animais selvagens, a caça e a vegetação.

A canção que mistura o Violino com o som dos sintetizadores, tem o mesmo nome do próximo álbum de Lindsey Stirling, com lançamento ainda para este ano.

Inclusive, a artista explica a escolha de “Artemis” como nome do disco novo. “Um dos melhores exemplos de perseverança é a lua. Uma e outra vez ela fica coberta de sombras e se não se conhece melhor, às vezes parece que ela deixou de existir. Houve momentos da minha vida em que me senti completamente superado pela ‘sombra’ da tristeza ou depressão; Eu senti que nunca sentiria felicidade plena novamente. Mas a lua me ensinou uma lição poderosa. Só porque ela é coberta de sombra não significa que ela ainda não está lá e que ela não vai lutar para recuperar sua luz plena”.

Segundo a lenda, a deusa Artemis domina a lua e procurou redescobrir sua missão na vida, após a morte de seu pai e sua amiga.

No Se Me Quita

Vivemos um momento em que precisamos de leveza, alegria e amor. E é isso que Maluma e Ricky Martin trazem com “No Se Me Quita”.

Dirigido pelo aclamado Nuno Gomes e gravado em Miami, o clipe do novo single mostra os cantores se divertindo em uma linda praia. Ricky acaba ajudando sem querer, Maluma a chamar a atenção de uma gata com muito humor.

Essa é a segunda vez que os dois artistas gravaram juntos. A primeira foi na canção “Vente Pa’ Cá“, que chegou a atingir mais de 1,5 bilhão de visualizações no You Tube. Os dois dizem que juntos formam “uma parceria que nunca falha”. E realmente é verdade.

Deséame Suerte

Jhay Cortez é a nova aposta do mercado latino. E ele que já gravou com Léo Santana, acaba de lançar junto com Karol G, o single “Deséame Suerte”.

No clipe, Jhay e Karol são um casal ao mesmo tempo romântico e safadinho, que juntos vivem momentos inesquecíveis. As gravações aconteceram em Madri no Hotel Puerta America.

Cortez resume a canção, “É a música que lembra que você não pode ter tudo quando quiser ou como quiser. Às vezes você só precisa deixar as coisas fluírem. Tem melodias doces, mas também uma mensagem forte”.

Feliz, Karol G revela “Desde a primeira vez que ouvi a faixa, eu sabia de cara que seria um sucesso e achei a música incrível. Adoro que é romântica. Muito poucas vezes ouvi Jhay nessa vibe, então é um privilégio poder dar algo aos nossos fãs vindo da alma. Realmente feliz por estar nessa colaboração”.

El Haze foi o responsável pela produção da música.

Brincadeira (No Maka Remix)

Mais poderosa do que nunca, Francine lança o remix do hit “Brincadeira“.

O clipe da nova versão foi dirigido por Thiago Jagger, que dirigiu também o da primeira. Na produção, Francinne toda sexy e linda canta e dança, com um figurino incrível e num cenário com luz neon.

O remix foi feito por No Maka, um grupo de Portugal que produz música eletrônica. Foi o grupo, inclusive que produziu o sucesso “Faz Gostoso” de Madonna com Anitta.

“Brincadeira” é uma parceria da cantora com o produtor do momento, Hitmaker. A letra é de Wallace Vianna, André Vieira e Pedro Breder.

Small Talk

Katy Perry lança uma de suas canções mais divertidas, “Small Talk” para alegrar nossa Sexta Feira!

O single ganhou um dos mais divertidos e melhores clipe da carreira de Katy. Na produção dirigida por Tanu Muino, a cantora é dona de uma adorável cadelinha poodle e participa com ela de uma competição. Lá conhece outro apaixonado por seu cão e se apaixona.

Para quem não sabe, a poddle que aparece junto à Katy é Nugget, de estimação da própria cantora.

No vídeo a cantora faz referência ao tradicional baile Met Ball Gala de Nova York que acontece todo ano no Museu Metropolitano. O nome do concurso de cães é “Mutt Ball”. Também há uma leve inspiração em “A Dama e o Vagabundo” da Disney.

A letra da música foi escrita pela própria Katy Perry juntamente com Jacob Kasher Hindlin, Johan Carlsson e Charlie Puth.

Abriré La Puerta

Um dos duetos mais esperados da música latina, finalmente aconteceu. Alejandro Fernández e David Bisbal se unem em “Abriré La Puerta”.

A canção ganhou um lindo clipe gravado no México no emblemático Teatro Degollado de Guadalajara. Na produção, os dois cantam pelas dependências do teatro até chegarem ao palco e cantarem para uma bela garota.

Bisbal queria muito gravar com Alejandro, não só pela amizade que eles têm e por admirar o artista. Queria também dessa forma homenagear o México, um país que sempre foi importante em sua carreira e onde ele se sente tão acolhido.

O single foi produzido por Áureo Baqueiro e traz o ritmo do Bolero, que tanto combinou com as vozes dos cantores e com sua temática romântica.

Recorde de Sandy e Junior

A turnê “Nossa História” de Sandy e Júnior rendeu aos artistas um feito inédito no país.

Até o dia 27 de agosto já foram vendidos 500 mil ingressos para os shows que estão acontecendo no Brasil todo.

É a primeira vez que um artista brasileiro vende este número de ingressos em uma única turnê. Isso mesmo. A dupla mais amada do Brasil acaba de bater o recorde total de espectadores de uma turnê nacional.

No Allianz Parque – Foto: Fábio Tito

Além do recorde nacional, os irmãos entraram para a lista de artistas com o maior número de shows no Allianz Parque em São Paulo, desde a reinauguração, contabilizando quatro shows por lá. Eles só perdem para Paul McCartney com cinco apresentações.

O último show da turnê de Sandy e Júnior acontecerá no dia 9 de novembro no Rio de Janeiro.

Shakira Nos Cinemas

Sem dúvida, uma das turnês de maior sucesso de Shakira é a “El Dorado”. Tanto êxito resultou em um documentário.

Os fãs gostaram tanto, o que esse show vai ser exibido no telão. Isso mesmo. Poderemos assistir a performance da colombiana nos cinemas. Cerca de 60 países poderão assistir ao longa metragem.

“Shakira in Concert: El Dorado World Tour” foi dirigido pela própria Shakira junto ao talentoso James Merryman. A produção vai mostrar além de trechos de show, os bastidores da turnê, da preparação inicial até as apresentações.

“Estou muito emocionada porque essa turnê tão inesquecível, agora, vai estrear nos cinemas de todo o mundo, em mais de 60 países, em 13 de novembro”, conta Shakira.

O filme também vai explorar o drama da cantora, quando ela teve um problema nas cordas vocais. “Esta foi uma das turnês mais memoráveis de minha carreira. Depois de recuperar minha voz, meus fãs me animaram a voltar ao palco como sempre fazem, e é algo surreal revivê-lo com eles”, revela a colombiana.

A maior parte das cenas de Shakira no palco durante os shows, foi gravada em Los Angeles em Agosto de 2018. Mas também veremos ela representando a Colômbia em outros locais.

Para saber se a sua cidade irá exibir o documentário no dia 13 de Novembro é fácil. Basta acessar https://www.shakira.film .

Solo Quiero (Somebody To Love)

Uma das duplas mais queridas da música latina, Cali y El Dandee se junta à super Leona Lewis e à Juan Magan em “Solo Quiero (Somebody To Love)”.

O clipe da canção mostra os bastidores da gravação da canção, onde cada um dos artistas grava em separado, porém eles estão totalmente conectados pela música.

A música marca a volta de Leona após quatro anos afastada da música e agora investindo também no público latino. Um hit que promete ser sucesso no mundo todo, com toda sua energia e animação.

Me Gusta Entrevista : Limonge

Texto e entrevista por André Rossanez

O Portal Me Gusta teve o privilégio de conversar em São Paulo com Limonge, um grande cantor e compositor responsável por trazer canções que nos inspira e com letras incríveis.

No dia 10 de Agosto, o artista gravou seu DVD do show “Sobre Viver” na capital paulista, com os sucessos de seu repertório. Um dia inesquecível e especial.

Conheça melhor Limonge e sua arte e saiba os detalhes de sua carreira, sua música, suas inspirações e de seu DVD. Confira tudo o que conversamos na íntegra.

Foto: Patrícia Scavone

Portal Me Gusta: Como apareceu a música na sua vida?

Limonge: Acho que ela não apareceu, ela meio que nasceu. Eu me lembro de querer ser músico desde que me conheço por gente, meu primeiro sonho. Vou contar uma história que raramente conto. Quando eu era moleque, com uns 3 anos, a primeira lembrança que eu tenho, é que eu não gostava de ver desenho, eu gostava de ver o VHS do Lulu Santos, de um show que ele fazia não lembro onde e ele suava, pingava e eu tinha uma guitarrinha de palhaço e eu ficava tocando em frente à televisão. Quando ele começava a suar, eu ia para debaixo da torneira, molhava minha cabeça e dizia que eu era o Lulu suadão e voltava para a televisão para tocar junto com ele. Acho que a música nasceu comigo. Eu sempre quis ser o Lulu Santos e as pessoas que eu idolatrava. Eu nunca tive outro sonho na vida, senão de ser músico. Deixei ele guardado na gaveta por muito tempo, por conta desse lance de que “você precisa ganhar dinheiro”, “a sociedade não gosta de artistas e tralala”. Então eu só abri o armário da música, há cerca de três anos. Mas a música é a minha essência e não consigo me ver sem a música.

Me Gusta: Como é seu processo de composição e suas inspirações?

Limonge: É muito baseado em questões autobiográficas. Passei por muitas coisas na vida em questão familiar e em questão pessoal e gosto de ser visceral nas letras. Gosto de contar minha história. Mas não no sentido autobiográfico puro, do negócio das pessoas olharem falarem ‘nossa, coitado dele’. Eu quero que as pessoas se enxerguem nas letras. Tento sempre colocar no prisma, onde a pessoa quando ouve consiga se colocar no lugar daquela música. Então, as temáticas que a bordo tento sempre pensar, “essa letra pode ajudar alguém, representar uma mudança na vida da pessoa, pode ser um mantra para alguém”. Tento sempre compor pensando nisso. O processo de composição é pegar o que eu passei e tentar transformar em algo que as pessoas sintam, e passam. Minha premissa musical é essa, e quando eu vejo que consigo isso, de alguma forma, me faz um bem danado. Se eu pudesse te dar um exemplo de processo de composição é esse. Eu não tenho meio que um processo de “preciso sentar à noite e escrever”, não. Acho que simplesmente o negócio bate e vem. Posso estar aqui, pegar o violão e de repente fazer algo. Então a música vem, não é uma coisa montada ou que eu fale “preciso compor sobre isso”. Acho que a música vem pedindo uma letra, ela só vem. Não gosto de dizer que a música é minha. Ela vem para alguém e quando ela chega na pessoa certa, fico feliz.

Foto: Patrícia Scavone

Me Gusta: No primeiro álbum da sua carreira, foi você quem fez a produção e mixagem. Como foi a sua experiência?

Limonge: O primeiro disco fiz sozinho. quando eu fui produzir esse disco, eu estava em outra profissão, eu era publicitário. Eu não tinha tempo e nem grana para pegar um produtor, então eu meio que fui aprendendo aos pouquinhos, a fazer as minhas próprias coisas. Eu montei um home studio, que era uma plaquinha, um teclado e uma guitarra e comecei a gravar algumas coisas. Eu pegava algumas composições e ia decupando elas e isso foi ao longo de um tempo. Disso saiu o primeiro EP em 2015, para alguns amigos e acabou dando super certo. As pessoas que eu não conhecia vinham me dizer que gostaram das músicas e eu falei “acho que isso pode dar jogo”. Peguei e fiz mais algumas músicas nesse mesmo formato e lancei como o primeiro álbum, que na verdade é uma compilação de muita coisa que eu tinha feito ao longo do tempo e não tinha dado a devida atenção. Acabou dando super certo. Gosto bastante desse álbum, ele é a minha cara porque produzi sozinho, porém eu gostaria de ter tentado coisas novas, que ao meu alcance não eram viáveis ainda, pois tinha uma limitação. Nunca tinha feito um curso nem nada, eu fui bem autodidata e no segundo álbum consegui botar isso de uma forma mais incisiva e quero continuar nessa linha produtiva. Mas foi esse primeiro álbum que me botou no mundo, então eu sou bem grato por conta disso. E foi um processo bem legal. Acho que todo músico tem que tentar experimentar, mesmo que ele não consiga fazer da forma que ele quer. É um passo importante.

Me Gusta: Como surgiu a música “Humano” e como foi gravar o clipe na Paulista? Como apareceu a ideia de contracenar com um dinossauro?

Limonge: Essa música é um retrato do que eu enxergo do nosso momento atual. Acho que a gente está cada vez mais olhando para o nosso próprio umbigo e o resultado disso, é o resultado das últimas eleições. Eu tentei tratar isso de uma forma leve e mostrando que apesar da gente evoluir, a gente tá caminhando para a extinção. A gente evolui em alguns pontos e regride em outros patéticos. A história da música é essa. o que sinto nesse último período e o que tô vendo que a gente está caminhando para seguir. A ideia era botar o Bolsonaro e Donald Trump junto com o dinossauro, e mostrar que a gente está caminhando por esse processo inverso à evolução. Mas aí me convenceram a não usar essas duas figuras, por motivo de processo e acabou ficando só o dinossauro. Mas acho que ele simboliza esse momento que a gente está vivendo, e essas pessoas que a gente tá encarando no momento.

Me Gusta: Como surgiu a música “Tudo Vai Passar”? E a ideia de toda renda de 2018 com a música, ser revertida pra instituição CVV,?

Limonge: Eu tenho depressão e essa música surgiu num dos piores períodos que eu passei, onde não via uma luz no fim do túnel. E eu pensei que precisava de alguma coisa que me desse essa luz. Então compus isso, como meio que “já passei por coisas piores e passou, rntão vamos manter o foco e a força, que vai passar”. E ela nasceu disso. A ideia da doação para o CVV, é porque acredito que tem muita gente que menospreza a depressão, e essa foi uma forma de eu retribuir e ajudar a quem precisa, através dessa música, porque ela nasceu para isso. Achei justo ter uma forma de devolver a força que ela me deu, mesmo que não fosse através da própria música, para alguém que precise. Acho que é um projeto super valorizado e que precisa dessa valorização e dessa ajuda. Então, acredito que foi uma forma de retribuir a força que essa música me deu, para um projeto que pode ajudar outras pessoas que estão passando pelo mesmo problema.

Foto: Patrícia Scavone

Me Gusta: Ao final do clipe da música “Tudo Vai Passar”, vemos a participação de pessoas que seguram algumas placas com mensagens. Como elas foram escolhidas?

Limonge: São meus fãs. São pessoas que já acompanhavam o meu trabalho. Fiz um grupo no WhatsApp com essas pessoas e foram elas que pediram para essa música ganhar um clipe. minha ideia nem era fazer um clipe para essa música, porque ela é muito visceral e mexe muito comigo. E na hora que elas pediram, eu disse “só vou fazer se vocês participarem também e vamos fazer essa corrente para mostrar que todo mundo pode ajudar todo mundo”. Foi uma criação em conjunto. Posso te dizer que as pessoas que estão próximas a mim, e que são minhas fãs, participam de forma ativa da minha carreira e gosto de propor a elas, em tudo que vou fazer. Seja um single, um projeto, um set list de show, elas participam ativamente. e foi essa cocriação que acabou dando super certo. Tanto que a música ganhou outro direcionamento, e hoje tem pessoas que usam ela, para uma série de coisas que não a depressão, ao passar por outros momentos de dificuldade eu quero que seja. Tiveram duas pessoas que vieram de Belo Horizonte para gravação do DVD, por conta dessa música e porque elas estavam passando por um problema difícil e foi muito legal. Acho que quando a gente abre o coração, para que as pessoas que estão próximas, participem do seu processo, tem tudo para dar certo. E foi isso que fez essa música ganhar esse tamanho todo.

Me Gusta: Como foi escolher o repertório do DVD “Sobre Viver”?

Limonge: Eu tenho muita música que ainda não lancei e queria por muita coisa inédita. Mas eu pensei “não é o momento ainda, acho que preciso produzir com mais calma essas coisas, porque quero experimentar mais”. Meio que coloquei no papel todas as músicas que eu tinha lançado, seja em EP, ou em outros projetos anteriores ou no meu último álbum e joguei para galera e falei “o que vocês queriam ouvir ao vivo, quais são as suas favoritas?” E nisso fui pegando o feedback dos fãs e das pessoas próximas, e foi isso que fez o set list ficar pronto. É óbvio que tinham algumas que eu fazia questão e todas foram escolhidas. Mas as músicas finais do DVD foram as pessoas que escolheram, porque gostam ou porque se sentem representadas por um momento. Foi uma cocriação. Foi difícil e complicado. Mas fiquei muito feliz com o resultado. Tudo o que eu fiz de melhor está lá e estou ansioso para soltar isso logo.

Me Gusta: Como surgiu a parceria com Criston Lucas, o vocalista da banda Versalle?

Limonge: Já tinha contato com ele há algum tempo, não tão próximo. Mas sempre fui fã, desde que vi eles no “PopStar”. Aliás foi o programa “PopStar” que me atiçou essa coisinha de “preciso voltar a tocar”. E prestes a gravar o DVD eu disse, “vou convidar algumas pessoas que admiro e vou ver o que rola”. E ele era uma dessas pessoas. Eu mandei a música, conseguiu o contato dele e mandei uma mensagem de ‘Se você quiser participar, eu sou super fã da Versalle, curto pra caramba seu projeto e sua voz, vê o que acha e me diz”. Ele super curtiu, topou e disse “cara, eu quero participar achei foda”. Acho que todo mundo tem que ser de vez em quando ‘cara de pau’ assim. Foi assim que consegui. óbvio que a Versalle tá em outro patamar frente ao meu momento, mas se os músicos forem um pouquinho mais ‘caras de pau” e chegarem próximos às pessoas que realmente admiram, com verdade, dá certo.

Foto: Patrícia Scavone

Me Gusta: Quais são suas maiores inspirações musicais?

Limonge: Lulu Santos, começou com tudo e me fez me enxergar como músico. Flutuo muito com Lenine. Djavan moudou um pouco do meu caráter. De gringos, o Pearl Jam, Foo Fighteras e Oasis. Do independente brasileiro, Versalle, Zimbra, Plutao Já Foi Planeta, são bandas que admiro pra caramba, gosto pra cacete. E tem os parceiros de estrada, Gabi, Vamos, Felipe D’Orázio, que participaram inclusive do meu DVD. É uma miscelânea gigantesca e tem muita coisa. Isso resume um pouco.

Me Gusta: Como você vê o atual cenário musical independente?

Limonge: Vejo que é um cenário que tem um potencial gigantesco. A gente tem muito caminho para ser explorado, mas é um cenário muito pouco unido. Sinto falta dessa união do independente. Sei que tem bandas que criaram cenas próprias, tem bandas que fazem tour juntas e conquistam juntas. Mas tem bandas que não são tão grandes e ainda estão na caminhada e em ascensão, e que realmente enxergam as outras como competidoras, e isso é prejudicial pra cacete. Por que a galera acha “vou roubar o fã dela e ela vai roubar meu fã”, e aí não querem fazer um show juntos ou fazer um feat. Acho que se a gente tivesse mais união e os artistas se enxergassem como apoiadores e não como competidores, a gente conseguiria ir muito mais longe. A internet ajuda demais, mas se a gente não se une para apresentar um negócio de forma conjunta, nada funciona. Se tivesse mais união, certamente a gente ia mais longe.

Me Gusta: como surgiu as faixas “SAC Da Minha Vida”?

Limonge: Pra ser sincero é uma das músicas que eu menos gosto das que lancei. Eu meio que fui convencido em lançar por conta dos fãs. Ela nasceu de um dos dias mais medonhos que tive na vida, em que tudo que podia dar de errado aconteceu e eu disse que precisava de um SAC para ligar e reclamar da minha vida e escrevei ela a partir disso. Sendo sincera não é uma das minhas favoritas, mas acho que ela tem um lugarzinho no meu coração. Teve gente que pediu para colocar ela no DVD, mas acho que fugia muito da linha que eu tava trabalhando, e preferi não, porque ia ser uma queda.

Foto: Facebook Oficial Limonge

Me Gusta: Qual é a melhor e a pior parte na carreira de músico?

Limonge: A pior acho que é você não se sentir valorizado em determinados momentos. Você buscar o seu espaço e saber que se dedicou horrores, e que às vezes você trabalha mais que muita gente, e as pessoas acham que por você ser músico, você é um vagabundo e que tá ‘mamando nas tetas do governo’, esse tipo de coisa que é comum hoje em dia os artistas ouvirem. Ainda mas hoje no momento que a gente tá vivendo. Esse é um lado bem ruim, principalmente quando a grana aperta. Porque hoje a gente é remunerado através de show, de merch e de plataformas de streaming, o que não tem retorno tão grande. Você pode ter números absurdos de plays, mas o retorno é baixo. É complicado você sobreviver só de música hoje. Mas o lado positivo é que me trouxe pessoas incríveis e pessoas que têm histórias incríveis. Cada vez que eu recebo uma mensagem falando ‘sua música me ajudou para cacete’, ‘sua música salvou meu dia’ ou ‘essa sua música conta um pedaço da minha história que nunca imaginei reviver’, eu vejo que tudo valeu a pena. Cada vez eu vejo mais que não tô na música por causa da grana, eu tô na música porque eu amo. Onde que a gente precisa de grana pra sobreviver, mas se eu tiver o mínimo tô feliz. Acho que o melhor lado é você saber que pode mudar a vida de alguém e o pior, é saber que existem pessoas que não enxergam isso como uma profissão.

Me Gusta: Você ter sido publicitário, hoje em dia ajuda de alguma forma na carreira?

Limonge: Ajuda. Tive um background grande de publicidade e, querendo ou não, isso ajuda a pensar em ações de lançamento, em anúncios que você pode fazer, em coisas que você pode aproveitar nas redes sociais para estimular visualizações. Óbvio que se não tiver verdade no que você tá fazendo, não vai dar certo, mas é um ponto positivo, agrega. Tem muita coisa que aprendi com empresas e podem ser utilizadas na música, e acho que se mais pessoas estudassem e utilizassem as redes sociais pensando na música como um negócio, conseguiriam ir mais longe. Mas não é só isso. Tem o lance da verdade da música, o lance do relacionamento e uma série de pontos que precisam serem trabalhados, não só a publicidade. Mas ela é um dos pilares para que você possa sustentar a sua carreira. Agrega muito, mas não é só isso.

Foto: Facebook Oficial Limonge

Me Gusta: Quais os próximos passos na carreira?

Limonge: O DVD vai sair até o final de Setembro. A previsão é essa. Vai ter uma tour para celebrar esse lançamento. Até o final do ano vai ser só DVD. A minha ideia é que a partir do ano que vem, já vem uma nova leva de singles. Já tô tentando fechar uma produtora e já tem algumas músicas na gaveta, que tão bem diferentes das que lancei até aqui. Óbvio que a temática se mantém um pouco próxima, mas quero experimentar coisas novas, propor coisas novas. Acho que vai ser uma evolução frente ao que foi. Eu tô bem ansioso para chegar nesse momento. No momento ainda tô naquela fase de ‘eu quero o DVD e ver como ficou’, mas pós DVD já tô com algumas coisas na manga, esperando só para sair.

Me Gusta: O que você diz aos cantores que estão em início de carreira?

Limonge: Não desiste, não postargue. Eu demorei muito pra começar, comecei velho. Então talvez se eu tivesse o pensamento que tenho hoje, eu tivesse arriscado antes e estaria em outro momento ou teria antecipado esses momentos. Então se você sente que essa é a sua verdade e que você nasceu pra isso, se joga de cabeça. Você tem que viver o seu sonho. Se você não faz isso, você vai ser uma pessoa frustrada pra sempre. Grana é importante, dá pra tentar conciliar e fazer com que isso se torne um segundo trabalho, por algum tempo. Mas não postarga. Vive o seu sonho e arrisca. Porque no final, mesmo que venham 1, 2, 3, 10 ou 20 pessoas, e você sentir que você ajudou alguém e que alguém gostou do seu trabalho, a ponto de te acompanhar, é que tudo valeu a pena. Segue nessa que é bom demais.

Eu com Limonge após a entrevista

Limonge é o tipo de artista que consegue com muita naturalidade tocar o nosso coração, através de suas letras e de sua voz gostosa de ouvir.

É muito bacana ver o entusiasmo e o amor pela música, através dos olhos do artista. Além de talentoso ele é um cara muito gente boa, simpático, comunicativo e tem muita coisa interessante em contar.

O Portal Me Gusta aposta todas as fichas em Limonge. E você, com certeza vai querer ouvir muitas e muitas vezes suas belas canções.

– Obs:

Aproveito para convidar a todos a conhecerem o trabalho do Centro de Valorização da Vida, o CVV, que ajuda no apoio emocional e na prevenção contra o suicídio.

Acesse: https://www.cvv.org.br/

Se você precisar de ajuda do CVV, ligue para o número 188 ou entre no site

Henrique e Juliano no Villa Country

Nada melhor do que Sertanejo do bom, não é mesmo? Ainda mais ao vivo com artistas tão talentosos como Henrique e Juliano.

Você que é de São Paulo e região (ou até mesmo mais distante, mas que pode ir até a capital paulista), não pode perder a oportunidade de ver a dupla de perto no Villa Country.

Os dois vão se apresentar no dia 5 de Setembro às 00h30 e emocionarão e animarão o público com os maiores sucessos da carreira, além dos hits do DVD “Menos é Mais”.

Os dois irmãos de Tocantins estouraram em 2014 e desde então não pararam mais. De lá para cá se firmaram como uma das melhores e maiores duplas do Brasil e fazem cerca de 20 shows por mês em todo o país. O canal no You Tube deles já passou a marca de 6 bilhões de visualizações.

Você não pode perder a oportunidade de ver Henrique e Juliano de perto em uma noite inesquecível. os ingressos podem ser comprados na bilheteria do Villa Country ou online.

O Show

Quando: 5 de Setembro

Horário: 0h30 (abertura da casa às 20h)

Onde: Villa Country – Av Francisco Matarazzo, 774 – Parque da Água Branca, São Paulo/SP

Valores: R$ 70 (pista) e R$ 140 (camarote)

Maiores informações: http://www.villacountry.com.br

Backstreet Boys no Brasil Em 2020

Rumor confirmado! Os shows do Backstreet Boys no Brasil em março de 2020 realmente vão acontecer para nossa alegria.

As cidades escolhidas para receberem a boyband em Março são Uberlândia, Rio de Janeiro e São Paulo , respectivamente nos dias 11, 13 e 15.

Os Backstreet Boys trarão para o nosso país o show da “DNA Tour”, com os sucessos do mais recente álbum de mesmo nome da turnê e as grandes canções que marcaram a vida dos fãs ao longo da carreira dos garotos.

Nos nos dias 2 e 3 de setembro de 2019 será aberta a venda para os clientes dos cartões Elo e no dia 4 para os demais. O valor dos ingressos variam entre 145 e 740, com diferenças entre as cidades.

Para maiores informações é só acessar o site do Ingresso Rápido.

Torn

Ava Max nos coloca pra dançar e celebrar ao som da poderosa “Torn”.

A nova música mistura o Pop com música eletrônica e Disco, além de nós remeter ao hit “Hung Up” de Madonna.

No clipe dirigido por Joseph Kahn, a cantora vive uma heroína pra lá de poderosa e competente, que combate o crime, além de viver um grande amor.

“Filmar o clipe de Torn foi um sonho que se tornou realidade. Eu viajei por Milão como uma super-heroína confrontando meu marido traidor. Eu queria que as mulheres do mundo soubessem que elas tem esse mesmo poder”, revela Ava.

Sobre a nova canção, a cantora conta “Amor e ódio são as duas emoções mais fortes que experimentamos em todos os relacionamentos. ‘Torn’ explora a luta entre esses dois sentimentos e qualquer pessoa vai se reconhecer nessa letra. Eu estou muito animada em dividir com o mundo esse novo single”.

Ava Max mostra, com single, de uma vez por todas que entrou no mundo Pop para se estabelecer como uma das maiores cantoras do gênero. Ainda vamos ouvir falar muito mais dela.