Paula Toller em Jundiaí

Você de Jundiaí/SP e região que tal escutar de pertinho uma das maiores estrelas da música brasileira, Paula Toller?

Já pensou estar lá e ver ela de pertinho? Pois bem, você vai poder viver este sonho. Em Junho, no dia 07 no Teatro Polytheama, a cantora subirá ao palco às 20h30.

No show “Como Eu Quero”, o repertório vai te conquistar trazendo grandes sucessos de Paula e covers de canções dos Mutantes, de Charlie Brown Jr e de Stevie Wonder. A performance será especial, pois a artista estará bem pertinho do público.

E claro, o Kid Abelha não poderia deixar de ser celebrado. Sucessos da banda como “Nada Sei”, “Como Eu Quero”, “Grand’Hotel” e “Fixação” vão trazer aquela nostalgia gostosa que nós leva a bons momentos.

Você não pode perder esta oportunidade.

O Show:

Quando: 07 de Junho às 20h30

Onde: Teatro Polytheama – Rua Barão de Jundiaí, 176 – Jundiaí/SP

Mais Informações: (11) 4586 2472 / http://www.ingressorapido.com.br

Never Really Over

Katy Perry prometeu trazer seu “Pop de 2011 de volta” e é isso que ela conseguiu com louvor no novo hit “Never Really Over”.

“É um lugar onde você vai para curar o seu coração, e para abandonar qualquer energia remanescente de um relacionamento antigo”. Esse é o que contava o texto do teaser do clipe da canção, que fala de recomeço para um coração partido. É xatamente isto o que vemos no vídeo com direção de Philippa Price.

Na produção, Katy faz parte de um grupo que se reune para superarem juntos os resquícios de um amor que acabou e assim se sentirem livres e felizes para seguir a vida numa boa.

Katy Perry contou um pouco sobre o novo single. “Em tudo que eu faço tento colocar meu coração. Desta vez, neste vídeo, nestas coisas que estou tocando é meio que uma vibe The Age Of Aquarius, new age, esotérico, Califórnia, cura, hippie, medicinal, à base de plantas; todas estas palavras-chave. Há muito disso e, honestamente, estas são as palavras pelas quais eu tenho vivido e as coisas que eu tenho incorporado no meu modo de vida nestes últimos anos. Eu só queria colocar isso na minha música e no meu clipe”.

Na nova música, temos também um sample de “Love You Like That”, sucesso de 2017 da cantora Dagny.

Após o lançamento do clipe, Katy Perry agradeceu pelo Twitter dizendo “Obrigada pelo amor de todos vocês e parabéns pelas maravilhosas músicas novas lançadas por tantas deusas talentosas: Miley Cyrus, Cardi B, Camila Cabello, Rosalía, Bebe Rexha, Charli XCX e Tove Lo”.

Agora nos resta aguardar o lançamento do novo álbum ainda sem data de lançamento. Katy Perry está de volta em plena forma e fazendo o tipo de Pop que a consagrou. Já podemos perceber que será sucesso e que os nossos corações serão ainda mais apaixonados por Katy.

Aute Cuture

Um milhão de visualizações em menos de 6 horas. Rosalía chega com este feito incrível com “Aute Cuture” e mostra que domina o Pop.

Dirigido por Bradley & Pablo, o novo clipe com roteiro da cantora, conta a história de uma gangue chamada ‘Aute Cuture’, que mostra todo seu poder pelas ruas com muito glamour.

A música que mistura o Flamenco clássico com batidas eletrônicas e ritmo urbano (marca registrada da cantora), foi composta por Rosalía, com El Guincho e a autora espanhola Leticia Sala e retrata uma jovem empoderada que superou os desgostos da vida através da sua paixão pela moda.

Sobre a canção, Rosalía revela “Aute Cuture é o título, escrito incorretamente, mas com senso de humor e força. Escrevi essa música antes de sair para turnê El Mal Querer e tomei o tempo necessário para a canção sair com o melhor vídeo para acompanhá-la. Um clipe cheio de palmas, artes nas minhas unhas e uma vibe Tarantino. Aproveite e espero que faça você dançar e rir como eu”.

Mais um grande sucesso de Rosalía que se firma ainda mais como uma das principais cantoras pop atuais do mundo.

Me Gusta Entrevista : Julia e Rafaela

Texto e entrevista por André Rossanez

O Portal Me Gusta, teve a honra de entrevistar as irmãs gêmeas Júlia e Rafaela. A dupla que está conquistando cada vez mais o Brasil, me recebeu na sede da Universal Music em São Paulo.

Muito alto astral e simpáticas, as meninas estavam muito animadas e felizes. Elas me contaram um pouco da história da carreira delas, suas inspirações, como é trabalhar entre irmãs e detalhes do novo EP “Despertar – Ensaio” e do single “Cancela Essa Briga”.

EP “Despertar – Ensaio”

A Música

A música é muito presente na vida das irmãs desde crianças. Rafaela conta “A gente tinha cinco anos de idade e morava em Campo Verde no Mato Grosso, e fomos criadas na fazenda. Sempre que meu pai levava gado para outras fazendas de caminhão a gente ia junto e ele escutava muito Gino e Geno e Teodoro e Sampaio, e a gente decorava todas as músicas e cantava e meu pai sempre gostoava, achava legal”.

Julia lembra os primeiros passos no mundo da música. “Uma vez me inscrevi no festival de música na minha escola, mas por causa dos prêmios. Eu não estava nem aí se estava cantando ou não, eu tava brincando e não ganhei. Depois de um tempo eu e a Júlia estamos vendo novela, que era “A Favorita”, e a gente escutou a música “Beijinho Doce” com a Patrícia Pillar e a Claudia Raia e a gente começou a cantar junto. A nossa mãe falou “nossa que lindo vocês cantando juntas” e no outro ano a gente cantou essa música as duas juntas num festival. Não tinha nem a noção de primeira e segunda voz, nem sabíamos de nada disso. A gente ficou em primeiro lugar e depois a gente cantou nesse festival em todos os anos. Aos 10 anos entramos em aula de canto”.

Depois disso elas cantaram em igreja até os 12 anos. Quando tinha uns 13 anos as mulheres começaram a explodir no sertanejo e Camila, a irmã delas, deu a ideia de um canal no YouTube e elas toparam. Os vídeos então, atraíram as atenções da produtora Lobo e da Universal Music.

Segunda Voz

Perguntei para Julia, como foi o processo decisão de fazer a segunda voz na dupla. Ela contou em detalhes.

“No último festival que a gente cantou, aos dez anos, cantamos “Agenda Rabiscada” e perguntaram quem iria fazer a segunda voz. Alguém precisava fazer eu resolvi “ou fazer”. aí o nosso professor de canto da época falou que eu ia começar a fazer e depois nunca mais ia parar. E em cada parte da música ele foi me explicando como eu tinha que fazer e o tom. E eu me apaixonei”.

E ela também contou que foi fácil aprender, pois sempre foi muito intuitiva para música. Inclusive ela aprendeu a tocar violão sozinha.

Escolha De Repertório

A dupla também contou como foi a escolha de repertório do novo EP “Despertar – Ensaio”.

Elas escutavam as músicas e vião quais as arrepiavam mais e percebiam quais tinham mais a ver com a identidade musical da dupla.

Contaram também com a ajuda do produtor do EP, Ivan Miyazato, para escolherem as cinco músicas, em uma lista inicial de quinze.

Foto: Divulgação

Sucesso

Eu eu quis saber também das meninas, como eram para elas terem alcançado sucesso tão novas. Rafaela frisou “É muito bom, mas a gente não sofre tanto por ter 17 anos, nem eu mesmo me considero com 17”.

Júlia lembrou que também tem a parte difícil. “É difícil para gente ficar longe dos nossos pais, a gente teve que mudar da fazenda. Às vezes a gente tem saudades e passa por perrengues. De vez em quando, a gente conhece pessoas que não são tão legais, porém a gente recebe muito carinho e muito apoio de quem acompanha a gente”.

Sobre trabalhar entre irmãs, Júlia conta “a gente pensa muito igual não tem, muita dificuldade”. Raramente elas discordam e sobre isso Rafaela diz “às vezes rola umas discussões, mas a gente se entende. Às vezes a gente nem percebe. Nem precisa pedir desculpas, do nada a gente tá conversando normalmente”.

“Cancela Essa Briga”

A irmã Camila e a equipe da dupla, ajudaram bastante na escolha de “Cancela Essa Briga” como a música cargo chefe do trabalho. Assim que pensaram na faixa, enviaram a ideia para a Universal Music que adorou e comprou a ideia.

Rafaela conta que a escolha foi certeira e caiu no gosto do público. “Quando a gente lançou, a galera aceitou. Até hoje já passou de 1 milhão de visualizações no You Tube. E a gente ficou muito feliz, porque realmente aceitaram. A gente fez a escolha certa”.

Fãs

A relação de Júlia e Rafaela com os fãs é muito bacana. As duas interagem muito com o seu público e sempre conversam com os fãs. É um contato bem direto. Elas fazem questão estarem perto de quem curte o trabalho delas.

Sobre os fãs Julia frisa, “considero família”. E Rafaela assina em baixo.

Foto: Facebook

Inspirações

As meninas tem como referências e inspirações musicais diversos artistas. se inspiram muito em Teodoro e Sampaio e também na dupla Gino e Geno.

Dos sertanejos atuais, curtem muito o trabalho de Matheus e Kauan, Zé Neto e Cristiano e de todas as mulheres do sertanejo, que as inspiram demais.

E fora do sertanejo, vêm Beyoncé como grande inspiração.

Cantores Novos

O que as irmãs dizem para quem está começando?

Júlia enfatiza “Não desista, sempre acredite em você. Procure evoluir em tudo que você faz e não deixe de acreditar”.

Rafaela completa, “Críticas tem. Muita gente para de cantar por ter muita crítica. Mas também vai ter muita gente que vai gostar do seu trabalho. Acredite em si mesmo, sempre”.

Próximos Passos

Sobre os próximos passos da carreira de Julia e Rafaela, muita coisa bacana vai acontecer, porém ainda é segredo.

O que elas podem nos adiantar, é que em breve teremos um novo projeto, que já está sendo gravado e preparado.

Foto: Divulgação

Foi muito inspirador conhecer duas artistas tão jovens, mas tão maduras. Elas vivem intensamente a música e ao falarem sobre o seu trabalho, passam no tom de voz e no olhar o quanto amam o que fazem e o quanto adoram os fãs.

Não resta dúvida de que elas vieram para levar a música sertaneja ainda mais longe, com frescor e muita música de qualidade. E podem escrever aí. Serão uma das maiores e melhores duplas do Brasil. Inclusive, já estão no caminho. Sucesso!

Eu com Júlia e Rafaela após a entrevista

Nossa Vibe

Você estava com saudades de material inédito e próprio do BFF Girls? A espera acabou e chegou a hora de matar essa saudades.

O trio teen mais amado do Brasil lança seu novo EP, “Nossa Vibe” pela Sony Music. Com três faixas muito bacanas e que vão estrear no coração de todos.

Com uma narrativa mais madura, o novo trabalho trás também o lado autoral de Giulia. Além disso vemos a harmonia que a junção das três vozes proporciona.

“Flashback” abre o projeto e causa muita identificação. Quem não viveu ou conhece quem viveu um revival com quem se amou?

A faixa mais madura é “Com Você”. Uma canção muito gostosa de ouvir, toda swingada e com uma brasilidade apaixonante. Sobre não tirar alguém do pensamento e querer estar toda hora junto. Já viveu isso, né?

“Minha Vibe” fecha com chave de ouro o EP. Mais dançante, com elementos eletrônicos é um tema mais good vibe e com muita positividade nos convida a curtir a vida e sermos felizes.

Realmente a entrada de Laura para o grupo trouxe uma força ao trio com sua voz potente. E ela animada revela “É inexplicável o que estou sentindo! É um misto de felicidade, êxtase, gratidão e ânimo! Trabalhamos com muita vontade e energia nesse EP e, a partir de um trabalho em grupo movido a muito amor, esse sonho está se realizando. Só tenho a agradecer à Giu, à Bia, à Sony e à toda a equipe por tudo isso! Essas três músicas possuem pegadas diferentes, mas carregam nossa verdade e estou mais do que animada para ver a galera entrando nessa nossa vibe”.

Já Guilia conta “É é o primeiro trabalho autoral da nova fase da banda. Estamos muito felizes e acho que a galera vai perceber isso com as músicas e clipes. A energia é muito boa e quero te contagiar com essa minha vibe, pra dançar com você e deixar um flashback na sua cabeça”.

Bia reflete “Lançar um EP é diferente de tudo o que já fizemos até agora, até porque são três músicas de uma vez. Todo o trabalho foi feito pensando nessa nova fase, e acima de tudo, por muito amor e dedicação”.

Me Gusta Entrevista : Gabriela Gomes

Entrevista e texto por André Rossanez

O Portal Me Gusta teve o privilégio de conversar com Gabriela Gomes, uma das grandes vozes do Gospel, na sede da Universal Music em São Paulo.

Receptiva e calorosa, Gabi me recebeu com uma energia muito boa. Conheci uma mulher alegre, falante, empoderada, estilosa e comunicativa. E uma artista que ama o seu trabalho e falar sobre sua música.

Saiba tudo o que ela me contou sobre sua carreira, sua arte, suas inspirações e o álbum “Não Vou Perder a Fé”.

Portal Me Gusta: Como surgiu a música na sua vida?

Gabriela Gomes: Desde pitiquinha. Meu pai é músico e cantot, então eu sempre o ouvia. Eu me lembro da gente viajando no carro. O carro é sempre uma marca assim bem interessante de música, e ele ouvia Whitney Houston, Fred Hammond e The Commodores e eu ficava ouvindo. E eu lembro que a música sempre contribuia para minha imaginação. Então eu lembro, que uma marca que eu tinha na infância, era de dentro do carro com meu pai e minha mãe na frente, ouvindo música e minha mente viajava. Dalí parece que meio que eu me conectei com a música, comecei a criar uma paixão, antes mesmo de cantar. Lembro disso, eu era bem pequenininha, tinha uns 5 anos por aí. Meu pai ouvia música e eu ficava imaginando, imaginando um mundo todo colorido. Depois com o tempo eu comecei a ter contato com o Hip Hop, que meu primo era fissurado. Então comecei a ouvir muito Hip Hop e logo depois nesse período eu gostava de ficar cantando, de cantar. Na minha época o racismo era bem mais forte do que hoje, então quando eu via aquelas mulheres negras, empoderadas e bonitas, negonas, eu me identificava; “é isso que eu quero, cantar e eu quero também me sentir assim”. Eu acho que foi daí. Depois participei de um festival na escola com algumas amigas, cantei e minha mãe ficou surpresa. Ela não sabia que eu cantava e nem eu sabia. Eu me descobri ali.

Me Gusta: Como se dá seu processo de composição?

Gabi: Meu processo de composição é meio louco, porque eu não tenho uma regra para compor. Já veio música pronta para mim na rua, ou em casa, às vezes dormindo e acordava com uma música pronta, ou então passando por algum momento da minha vida e eu escrevia do nada, tocando no violão uma melodi e eu linkava com a letra. Então a composição é uma coisa muito inesperada, é algo que acho que a gente precisa explorar. Mas eu costumo deixar acontecer naturalmente. Agora tô no momento em que faz tempo que eu não componho, mas eu respeito muito o meu processo criativo. Por exemplo, além de cantar sou produtora também e nesse momento é o momento que eu estou produzindo, criando arranjo, tô criando ideias no quesito de continuação da música. Então respeito essas fases. Tem fases que eu tô mais compositora, fase que tô mais produtora, fase e que eu tô cantora só. Então é meio doido.

Me Gusta: Como surgiu seu lado produtora?

Gabi: Desde nova, mesmo que eu amasse a música e a massa e tudo isso, no primeiro momento não me via no palco cantando. Eu sempre me via criando. Acho que desde criança eu tinha essa coisa da criatividade então eu sempre me envia criando E aí eu sempre sonhava e falava “um dia eu vou estudar produção musical e vou ser produtora”. Só acabou, que a vida me levou para outro rumo. Acabou que foi cantora e depois de um tempo tiver oportunidade de produzir. Foi o primeiro CD que produzir o da Midian Lima e foi um grande sucesso e me veio de paraquedas. Era para o meu pai produzir esse CD e ele não tinha tempo e falou “Gabi, produz”. E falei “como vou fazer isso?”. E Deus foi me guiando e me direcionando. Eu meio que exerci tudo aquilo que eu sonhei nesse primeiro projeto e depois produzi a minha música “Meu Pai é Bom”. E também tô produzindo mais um de Midian Lima, o segundo álbum. E tô indo aos pouquinhos.

Me Gusta: Qual a maior desafio, produzir outro artista ou seu próprio trabalho?

Gabi: Na verdade o maior desafio é me produzir. Sendo sincera eu sou uma pessoa muito indecisa. Quando é para mim eu sou muito indecisa e quando é para os outros eu tenho muita opinião, não sei explicar. Para mim é muito mais desafiador me produzir por que para me produzir preciso extrair o máximo de mim, é uma autodescoberta. E um preciso de um autoconhecimento muito grande e do meu momento. Agora para o outro. A Midian, por exemplo, é uma amiga que eu conheço ela há muitos anos. A voz dela, não é o americano e nem o pentecostal gospel brasileiro, é uma junção das duas coisas e eu precisava encontrar esse meio. Fui pegando referências, estudando referências de Folk, Black e ficou muito legal com uma diversidade de música muito bacana. Para mim foi mais fácil produzir ela do que me produzir, porque sou muito criativa e muito intensa. Sou mais unção de muitas coisas, então procuro equilibrar tudo isso em mim. Não é fácil.

Me Gusta: Como aconteceu a parceria com a cantora Luma Elpídio na canção “O Nome”?

Gabi: A gente se conheceu em um projeto e desde sempre amei a Lima. A primeira vez que eu ouvi a música dela, me identifiquei muito. Sempre gostei muito do estilo dela e do que eu via do testemunho dela. Achava muito bacana, então sempre tive essa vontade de gravar com ela. No projeto, a gente criou uma amizade muito grande e calhou de cantarmos no mesmo evento e fomos nos aproximando cada vez mais. Aí veio a proposta da Universal Music da próxima música ser um feat e seria bem bacana porque eu ainda não tinha tido. É bem clichê no primeiro feat de uma cantora chamar um cantor e ntão eu disse “vou escolher uma outra mulher para cantar comigo, vou chamar a Luma então foi muito bacana A Luna”. Ela é uma grande amiga e fiquei muito feliz com a participação dela.

Me Gusta: Como você vê o Gospel atual?

Gabi: Vejo o Gospel num momento muito louco. Durante minha vida eu vi o gospel passar por várias transições. Vi o Gospel ser Black, ser mantra, ser Hip Hop, ser Rock. Então sinto que é um tempo novo para o gospel, porque hoje a gente vê muita gente que não tem gravadora, ninguém sabe quem é e tem músicas que o Brasil inteiro canta. Isso é muito legal porque vem meio na contramão, na curva. Acho que também tem surgido muita diversidade. Apesar do padrão hoje ser o Orcha, vejo que pessoas têm florido dentro disso. Tem até uma cantora que gosto bastante, que a Priscilla Alcântara, uma artista que floresceu dentro de um ambiente igual e floresceu no diferente. Vejo diversidades sendo destacadas e se destacando dentro de um ambiente que parece ser igual, mas que dá oportunidade de surgir coisas diferentes e coisas novas. Acho que o Gospel tá carecendo de mais musicalidades e coisas diferentes.

Me Gusta: Quais são suas influências musicais?

Gabi: Tenho muitos artistas e inspirações. Whitney Houston foi sempre muito marcada lá em casa. Meu pai era fissurado por ela e eu também, a gente era muito fã, não só da musicalidade dela. Eu tinha muita empatia com a vida dela, sempre foi uma artista que sempre amei muito. Tem a Tasha Cobbs e o Kirk Whalum, que é um saxofonista. Gosto muito de instrumental também. Entre outros. Dentro do Brasil tem uma cantora, que tenho muita vontade de dividir o palco. É a Nívea Soares. Tenho nela uma referência muito grande, principalmente dentro do nosso meio cristão e como mulher. Como negra, eu sempre me identifiquei com ela que sempre lutou e falou muito disso. E para mim foi muito significativo uma mulher de Deus, cristã, empoderada em Negra. Sonho muito em dividir o palco com ela.

Me Gusta: Como foi escolher o repertório do seu álbum “Não Vou Perder a Fé”?

Gabi: Não foi muito difícil, porque eu tinha começado a compor um pouquinho antes. E dentro do que já tinha, fomos gravar. Priorizei músicas minhas, coloquei uma música do meu pai e completei algumas músicas que estavam na metade. Sempre priorizei num trabalho ser eu mesma, então toda música que gravo é autoral, no máximo uma parceria. A não ser que tenha uma música muito maravilhosa, que seja minha vida. Acho que o artista precisa colocar e extrair dele a sua essência.

Me Gusta: “Não Vou Perder a Fé”, é uma música muito inspiradora. Como surgiu essa canção?

Gabi: Essa música é uma composição do meu pai e ele compôs baseado na minha história. Já tive depressão, síndrome do pânico. Venci a solidão e a depressão, venci o mundo, os olhares, as críticas e eu mesma. Venci todas as falsas expectativas e frustrações. Então meu pai escreveu sobre isso, sobre uma criança e uma adolescente que venceu a solidão e nunca perdeu a fé. Hoje estou aqui, porque Deus segurou na minha mão e falou ‘não largo da sua mão nem que seja necessário colocar mais um pouco de fé e você não vai perder e não vai naufragar”. É uma música que fala disso.

Me Gusta: Como é sua relação com os fãs?

Gabi: Minha relação é bem legal e eu sou meio doida. Às vezes faço muitos vídeos e ninguém aguenta mais e de repente em uma semana sumo. Não gosto de ter uma regra e de pensar que se eu for de um jeito ou de outro, meu público não vai gostar de mim. Procuro ser o mais ‘eu’ possível, mostrar quem eu sou, do que gosto, o que quero passar e o que é mais relevante. Não sou do tipo de pessoa que abre muito a minha vida nas redes sociais. Acho que quem abre muito dá total liberdade para ouvir o que as pessoas querem dizer, e às vezes a gente não quer ouvir o que dizem. Graças a Deus meu público é muito amável, muito gente fina e muito top. Meus fãs são muito legais e a gente interage, brinca e ri. Procuro sempre trazer um ambiente de respeito.

Me Gusta: O que podemos esperar dos próximos passos da carreira?

Gabi: Esse ano, vem álbum novo muito especial e muita coisa. Tô vivendo um momento de transição na minha vida, e muita coisa com influência da minha infância vai vir no meu álbum. Venho lançando músicas de adoração, bem Orcha com mistura do Black e Pop. Inicial Não quero explorar a minha musicalidade Black Music e minha musicalidade R&B. Vai vir muita coisa legal.

Me Gusta: O que você diria para quem está começando na carreira de cantor?

Gabi: Falaria para que eles tranquilizassem o coração e entregassem na mão de Deus. na minha vida sempre aprendi que todas as vezes que eu estava menos ansiosa, foi que as coisas mais fluíam. Então a gente tende a tentar controlar e querer achar que, se a gente sair do controle, as coisas vão desabar e que não conseguiremos chegar onde queremos. E não é isso. Às vezes as pessoas que não tem estrutura para chegar num lugar alto, conseguem chegar lá por mérito próprio, mas não se sustentam por não terem estrutura para se manter lá. Não tem Cruz que Deus me coloca para carregar, que eu não consiga carregar. Tudo vem na medida de Deus. Então você que é cantor, é artista, trabalha, estuda, corra atrás do seu melhor e de conhecimento e tente deixar as coisas acontecerem na hora e no tempo certo, sem passar por cima de ninguém. É só colocar o coração no lugar certo e as coisas acontecem como têm que acontecer.

Não é à toa que Gabriela Gomes é uma das maiores e melhores revelações da música gospel atual. Além de ser mega afinada e escrever belas músicas com letras muito bem escritas, ela é uma daquelas artistas que ama o que faz e que busca sempre levar positividade para as pessoas e belas mensagens.

Eu com Gabriela Gomes após a entrevista

Pra Sempre

Ah, o Amor! Tem coisa mais linda que o Amor? E nada melhor que celebrar este sentimento tão lindo. Lulu Santos soube fazer isso como ninguém e o resultado você vê no novo disco dele, “Pra Sempre”.

A produção do disco ficou por conta de um time de primeira formado por produtores como Theo Zagrae, Dudu Borges, Ruxell, Sérgio Santos e DJ Memê.

Com 11 faixas e lançado pela Universal Music, após cinco anos sem um álbum todo inédito, o projeto foi totalmente inspirado no relacionamento de Lulu com Clebson Teixeira, que acabara de completar um ano. Como o próprio artista diz “Este é um álbum de casamento”.

Capa de “Pra Sempre”

Sobre tanto tempo sem lançar disco com inéditas, ele contou para o G1, “Considero esses cinco anos sem lançar uma obra com músicas próprias como um tempo natural. Na verdade, ao longo de toda a minha carreira, eu fiz discos demais – são mais de 20 álbuns de canções inéditas. E muitas vezes, em todos esses anos, me dei conta de que havia lançado material novo apenas para corrigir erros cometidos em álbuns anteriores – e não acredito que essa seja a maneira certa de se trabalhar com arte”.

As músicas do novo CD, segundo Lulu, tem semelhanças com as canções dos três primeiros álbuns de sua carreira, lançados entre 1982 e 1984. As faixas tem “a mesma voltagem emocional”, segundo ele.

Lulu também conta que o novo trabalho fala das diferentes fases do relacionamento “Fala do começo, que é o encantamento, o instintivo, que está da música ‘Tão Real’, até a canção ‘Pra Sempre’, feita agora, há três meses, chegando com a ideia de a gente morar junto.”

Lulu ainda friza, “Provavelmente são as melhores e mais emocionantes canções que fiz nos últimos anos, porque motivo e assunto não me faltaram”.

O álbum se inicia logo de cara com uma faixa que lembra muito o hit “Assim Caminha A Humanidade” em seu ritmo e arranjo. Falo da bela “Radar” que começa bem romântica e calma e depois ganha uma batida mais eletrônica e dançante. Uma bela forma de falar do amor que surge quando menos se espera. A faixa ganhou um Remix pelo DJ Memê, também presente no disco.

“Pra Sempre” realmente representa muito bem o espírito do álbum, não é a toa que virou o nome do CD. Uma bela declaração de amor singela, de coração que pega a gente de jeito na emoção e nos faz acreditar ainda mais no amor.

Uma das melhores faixas é “Hoje Em Dia” que fala dos tempos atuais onde a Internet reina e tenta fazer até da vida amorosa da gente, notícia sem ligar pra privacidade. E claro, atraindo haters e também admiradores.

Destaque para duas faixas incríveis. Divertida, “Lava” conta com a participação do grupo O Terno e é uma canção de ritmo bem a la Jovem Guarda que fala de pequenos gestos do dia dia feitos pro seu amado. E sem medo do possível julgamento de outros.

E o primeiro single “Orgulho e Preconceito”, um hino ao amor e à viver esse amor de forma livre e sem se preocupar com o preconceito. Também sobre ter orgulho de ser quem se é, sempre. Viva o amor!

Muito bacana e moderno é o único cover do álbum. O clássico “The Look Of Love” de 1967 de Burt Bacharach e Hal David, ganhou uma versão atualíssima totalmente eletrônica e com efeitos na voz de Lulu que combinam muito com o arranjo, dando harmonia à faixa.

Realmente “Pra Sempre” é um grande álbum cheio de amor e de canções que falam com nossos corações, por identificação com muitas das coisas e dos sentimentos presentes em cada letra. Lulu estava realmente inspirado e fez um dos melhores discos de sua carreira.

E uma coisa é verdade, é um disco com faixas que lembram bastante as canções do começo da trajetória musical deste grande cantor e compositor. E tudo isso sem perder o ar de atual e com muita personalidade.

Não é à toa que Lulu Santos é chamado de ‘último romântico’. E ele que já se convenceu do título contou também ao G1, “Houve uma época da minha vida em que eu brigava com esse termo, achava que isso me reduzia. Mas a verdade é que as canções que ficaram na memória do público de maneira geral são as de teor mais romântico. E eu tenho todos os motivos para estar com o romantismo muito aflorado”.

Lulu Santos e Clebson Teixeira – foto: divulgação

Um disco pra ouvir muitas e muitas vezes. Inspirador e lindo.

Top 5 – Trilha Sonora Disney

O Portal Me Gusta preparou um Top 5 bem especial, para celebrar as trilhas sonoras da Disney que encantaram e continuam encantando muitas e muitas crianças pelo mundo.

Listamos as 5 melhores trilhas sonoras e que mais tocam o nosso coração. A qualidade e a integração das músicas com as cenas dos filmes foram os critérios. Veja a lista:

5 Lugar – A Pequena Sereia (The Little Mermaid) : Um dos mais amados desenhos da Disney foi lançado em 1989 e suas músicas tiveram composição de Alan Menken e Howard Ashman. Uma trilha que faz a gente cantar enquanto assiste o filme. A canção “Under The Sea”, cantada pelo amado caranguejo Sebastião, recebeu o Oscar de melhor canção.

4 Lugar – Tarzan : Lançado em 1999, diferente dos outros filmes, as músicas são reproduzidas durante as cenas, sem serem cantadas pelos personagens e assim ajudam a contar a história. Todas as faixas foram tanto escrita como cantadas pelo talentoso Phil Collins. “Youll Bem In My Heart”, recebeu o Oscar de melhor canção original e o disco foi escolhido como melhor álbum de trilha sonora pelo Grammy’s Awards. Foi a primeira vez que o mesmo cantor gravou todas as músicas em vários idiomas. Phill, além do inglês, cantou em italiano, alemão, francês e espanhol. Nos Estados Unidos foram vendidas 2,5 milhões de cópias do CD.

3 Lugar – Aladdin : O desenho foi lançado em 1992 e as suas músicas instrumentais são de Allan Menken e as letradas tem como compositores Howard Ashman e Tim Rice. Foram vendidas nos Estados Unidos 3 milhões de cópias do álbum. A trilha sonora de Aladdin é totalmente cativante e conseguem ilustrar não só a história, mas também os sentimentos dos personagens. Uma das músicas mais românticas de todos os tempos, “A Whole New World” foi considerada a melhor canção e assim recebeu um Oscar.

2 Lugar – O Rei Leão (The Lion King) : Quem não ama essa trilha sonora de 1994? Tanto Amor por parte dos fãs, foi refletida na vendagem do disco de trilha sonora deste filme, que bateu a marca de 7 milhões. Realmente Elton John e Tim Rice estavam muito inspirados quando escreveram as letras. Além disso temos lindas músicas instrumentais por Hans Zimmer. Em 2014, para comemorar os 20 anos do filme, a trilha foi lançada contendo um Remix da faixa “Can’t You Feel The Love Tonight” e a música inédita “The Mornig Report”.

1 Lugar – A Bela e a Fera (Beauty and the Beast) : A trilha sonora de 1991, rendeu a venda de 3 milhões de cópias, apenas nos Estados Unidos. As músicas bem encantadoras foram compostas por Howard Ashman e Alan Menken. As músicas casam muito bem com o desenho e com a história improvável de amor entre a Bela e a Fera. E não é à toa que a trilha venceu o Oscar de melhor trilha sonora. O sucesso do filme e suas canções foi tanto, que foi a primeira animação da Disney adaptada para um musical da Broadway no ano de 1994. Por essas e por outras, a melhor trilha sonora Disney.

Me Gusta Entrevista : Daya Luz

Entrevista e texto por André Rossanez

O Portal Me Gusta teve a honra e a oportunidade de conversar com uma das melhores e mais completas cantoras da nova geração, Daya Luz.

Me encontrei com a cantora em São Paulo no hall de eventos do hotel Blue Tree Paulista. Logo de cara pude perceber toda a simpatia e a luz de Daya. Fui recebido com muita simpatia, brilho nos olhos e um abraço caloroso.

Tivemos um bate-papo muito bacana, onde falamos de carreira, empoderamento, a arte de cantar e dançar ao mesmo tempo e claro, da canção “Digo Sim”, atual hit de Daya Luz e que já alcançou a marca de 1 milhão de visualizações no You Tube.

Agora fique por dentro de tudo o que conversamos e conheça melhor essa artista tão talentosa.

Portal Me Gusta: Como surgiu o amor pela música?

Daya Luz: A música surgiu desde que eu me entendo por gente. Sempre foi um sonho meu ser cantora, então eu via os artistas na TV e queria muito isso. Não tem ninguém artista na minha família, ninguém me incentivou a isso. Eu acho que eu nasci mesmo com esse lance. Não teve incentivo de ninguém, mas eu via por exemplo a Ivete na TV, e dizia ‘gente, é isso que eu quero para minha vida, quero ser cantora, dançar e levar essa energia para o público’. Por um certo período não investia nisso, até por falta de condições mesmo. Aí só lá na frente, quando eu já estava na faculdade e trabalhando na área financeira, que eu pensei ‘meu sonho é ser cantora, vou investir nisso’ e cai para dentro. Comecei a investir e Graças a Deus estou aí. Essa música de trabalho, “Digo Sim”, já é a oitava e tô trabalhando aos pouquinhos, crescendo e subindo um degrau por vez. A ideia realmente é construir uma carreira e já tô feliz com tudo o que já tá acontecendo.

Me Gusta: “Digo Sim” é mais romântica e as músicas anteriores eram mais dançantes. Como essa música apareceu e surgiu a ideia de vir com algo mais romântico?

Daya: Como todas as minhas músicas tinham muita coreografia e muitos elementos na produção, eu queria uma música que mostrasse mais a minha voz, evidenciasse realmente a voz. Uma produção mais minimalista e um clipe que não tivesse tanta coreografia, tanta coisa e para as pessoas focarem mais na voz. E deu certo, porque tem muita gente que ouve e fala assim ‘nossa, que diferente’, as pessoas não esperavam que a Daya, que tava fazendo aqueles clipes megalomaníacos iria ter uma música assim tão romântica, sentimental. Então eu consegui colocar todo meu amor e toda minha interpretação nessa música.

Me Gusta: O clipe de “Digo Sim” é uma animação. Como surgiu a ideia?

Day: A gente tinha essa ideia de fazer uma animação em um clipe, até porque não tem muito, e eu sempre busco alguma referência diferente para trazer para o meu trabalho. Eu tava esperando o momento certo e a música certa para poder juntar essas duas coisas, uma música romântica e uma animação. Essa música chegou no final do ano passado e eu já conversei com toda minha equipe e a gente já tinha uma ideia mais ou menos e passei para o diretor do clipe. A ideia foi inspirada no meu próprio relacionamento, sou casada há mais de sete anos e sou uma mulher muito apaixonada. Então o clipe foi inspirado no meu relacionamento, no meu boy. Então toda a história mostra uma princesa diferente, de tênis e uma princesa com atitude que pega o boy ali e se joga. Quando ela se joga do penhasco, por exemplo, tem essa alusão de que a gente tem que confiar no outro. O relacionamento para dar certo precisa de confiança. E em contrapartida essa música, não fala só do relacionamento entre homem e mulher, menina e menina ou menino e menino, e sobre relacionamento em si, mas também do amor que se sente pela vida, pelo filho, pelo cachorrinho. Então é o amor mesmo de uma forma geral.

Me Gusta: Como é sua preparação para poder cantar e dançar ao mesmo tempo no palco?

Daya: É uma preparação. Faço Crossfit toda semana, musculação e faço treinamentos cardiovasculares, que junta exercícios, com corrida, com aparelhos de remo, com bicicleta. Tem muito cárdio no meu treinamento para eu poder conseguir segurar alí. É muito difícil cantar e dançar ao mesmo tempo, é um negócio. Para eu poder me apresentar, eu sempre ensaio bastante. Então quando vou mostrar um show, sempre vou ter bastante ensaio e vou ter alguns momentos certos para poder pegar o fôlego sem o público perceber. Então tem todo um processo aí de treinamento e também tem de ter uma alimentação bem balanceada, saudável e leve. É pauleira.

Me Gusta: “Virar o Game” é uma canção bem inspiradora. Qual foi a inspiração desta música?

Daya: Essa música conta minha história, de realmente virar o game. Eu venho de uma comunidade de São Paulo, chamada Americanópolis e eu não tive condições de investir na música, por causa de grana e porque os meus pais também são muito humildes e achavam que ‘ser cantora, até parece’ então era uma realidade muito distante. Então ‘Virar o Game’ conta minha história, desde lá atrás, na minha adolescência. Fiz panfletagem na rua para ganhar um dinheirinho e levar um pouco pra casa. Fui crescendo e comecei a estudar e chegou o momento de investir na música. E aí mostra a Daya no final, realizando sonhos no palco, dançando e cantando. Então, ‘Virar o Game’ conta toda essa trajetória de superação e virar o jogo na vida mesmo.

Me Gusta: Como é seu processo de composição?

Daya: Eu tenho mais facilidade em compor, por exemplo,quando eu estou viajando no avião. Que aí eu olho pela janela, já vejo as núvens, vejo o céu e fico viajando na maionese e vem uma história. Sempre tem que ter um tema. Na “Te Dominar”, que foi a segunda música de trabalho e que entrou no Just Dance (o jogo), eu sabia que tinha que fazer uma música que falasse de dança, mas que também tivesse uma coisa envolvente e então misturei os assuntos e consegui desenvolver a história. Então eu sempre penso no assunto, ‘vou falar de amor, de chifre, sei lá, de dançar’. Geralmente no avião já com o tema definido.

Me Gusta: Qual a melhor parte da carreira de cantora? E a mais difícil?

Daya: A melhor parte é de realizar um sonho mesmo, de fazer o que você ama, que é o que eu amo, é o meu sonho cantar, estar no palco e sentir a energia das pessoas, é o que me dá prazer. E a parte mais difícil é quando você quer mostrar todo o amor que você tem, todo seu sonho e todo seu trabalho na música e as pessoas não entendem, por exemplo, a dificuldade que é chegar e que é muito trabalho envolvido. Não é só a música, não é só você ser boa, tem muitos fatores que envolvem você conseguir levar sua música para muita gente. Não é um trabalho fácil, tem que amar muito, tem que ser sonho de verdade.

Me Gusta: Como é sua relação com os fãs?

Daya: São os meus Iluminados. É Daya Luz, então a gente botou lá que são os Iluminados. E eles são realmente Iluminados. Procuro sempre passar o que eu sou, para eles terem uma noção de quem é Daya Luz que tem empatia, tem amor em tudo que faz e carinho, e às vezes recebe uma crítica e não devolve com uma crítica de volta. Às vezes, sei lá, a pessoa faz um comentário me criticando e eu vou lá e falo ‘poxa que pena espero que da próxima vez você curta’ e aí você ganha a pessoa. Que no fundo, às vezes a pessoa está ali e quer uma palavra positiva. E se a pessoa fala alguma coisa e você vai lá e retruca, manda uma parada negativa para ela, vira uma discussão, sabe? Assim, não tô nessa vida pra adquirir inimigos, eu tô para adquirir pessoas legais, amigos, por mais que às vezes eu tenha que converter essa pessoa. Então eu passo isso para os meus Iluminados. Quando eles vêm uma pessoa me criticando, eu falo ‘calma, não xinga, não fica lá brigando, tenta trazer pra gente, tenta jogar luz para essa pessoa’.

Me Gusta: Quais são suas inspirações na música?

Daya: Ciara, JLo, Beyoncé, Madonna, Michael Jackson, todos os artistas que tem dança no meio. Como canto e danço, me inspiro muito e vejo muito os vídeos. A Pink também, é uma mulher que gosto muito de assistir as lives, os shows dela as performances, me inspira muito. Ela é uma mulher forte, me identifico muito porque sou bem bruta também. E aqui do Brasil, a Ivete é uma mulher que me inspirou muito. Era uma pessoa que eu assistia muito quando eu era criança e que me inspirava com aquela energia que ela tem e com o bom humor. Eu acho que o artista tem que ser isso. Toda hora estar com um sorriso no rosto, recebendo bem as pessoas e ela me inspira muito por isso também.

Me Gusta: Como você vê a questão do empoderamento feminino?

Daya: Eu me considero muito empoderada. Meu pai e minha mãe perderam o primeiro filho que era homem. Então quando eu vim em seguida, meu pai queria que fosse um menino e aí eu sabendo disso, sempre quis mostrar para ele que eu era uma menina, mas que eu podia ser melhor que um menino e fazer coisas muito melhores que um menino. Aprendi a dirigir muito cedo e se eu precisasse carregava caixas, essas coisas. Eu faço mudança na minha casa, todas as coisas que às vezes a mulher é vista como incapaz. Sempre busquei ser uma mulher com atitude, e fazer as coisas bem feitas. Dane-se que sou mulher. Eu me considero uma mulher empoderada, faço crossfit, rasgo toda minha mão que fica toda em carne viva, mas não estou nem aí, fico com a perna toda roxa. Acho que o empoderamento é muito importante hoje para as mulheres se colocarem e ganharam o respeito dos homens e das outras mulheres. As próprias mulheres precisam mostrar, uma para as outras que somos fortes e se unirem. Porque muitas vezes as mulheres são as primeiras a criticarem a outra. Quando vejo uma mulher linda na rua, falo ‘que linda você é’. É você enaltecer as outras mulheres. Às vezes, as mulheres tem essa coisa de olhar e dizer ‘olha essa mulher que tá vindo aí’, aquela coisa de picuinha. E a gente tem que mostrar que não é assim. A gente tem que elogiar e estar ali empoderando a outra.

Me Gusta: O que você pode adiantar dos próximos passos de Daya Luz?

Daya: A próxima surpresa vai ser o Remix de “Digo Sim”. Para quem achou que é uma música muito lentinha, vem aí uma música mais agitada, um remix bem bacana com uma dupla de DJs super do meio, do circuito. E vai ter uma música nova também. A próxima música posso dizer que vai ter dança, sim. Vão voltar as coreografias. Então, se prepare!

É sempre muito bom quando a gente conversa com uma cantora e a todo momento consegue ver através de seus olhos, o amor que ela sente pela música e também pelo seu público. E é isso que vi em Daya Luz.

Ela tem todo o conjunto necessário para ser uma grande artista. Talento, afinação, criatividade, carisma, simpatia, amar o que faz e muita dedicação e trabalho.

Daya Luz, cada vez conquistará mais o seu espaço e vai continuar sendo uma das melhores artistas e cantoras do Brasil. Voa Daya, voa, que você vai longe e com muita luz!

Eu com Daya Luz após a entrevista

Fly

O duo eletrônico JetLag e o cantor Jay Jenner lançam a balada eletrônica “Fly” e você vai se sentir flutuando no ar.

A canção produzida e criada pelos dois DJs ganhou um clipe gravado nos Estados Unidos, no espaço aéreo do Arizona, que foi fechado pela força aérea americana para ser gravado em segurança.

Na produção as imagens nos dão até vontade de pular de para quedas e nos dá a ideia da sensação de voar e flutuar no ar. Destaque para a cena em que há um sofá em pleno ar juntos são paraquedistas.

A Sony Music, sobre a música conta “traz uma mensagem de reavaliação dos momentos de atrito nas relações, sejam elas sentimentais, de amizade, familiares”. Muito bacana e importante, não é mesmo?

Querer Mejor

Juanes lança o positivo “Querer Mejor” junto com Alessia Cara para trazer uma mensagem de amor sobre amar com qualidade.

O clipe gravado em Madri teve a direção de Aaron A. Na produção, os artistas cantam pelas ruas e no fim se encontram em locais que os dois passaram individualmente dividindo o amor e suas experiências.

A música fala de duas pessoas que prometem que vão amar mais uns aos outros por um mundo melhor. E com um toque de Soul e a guitarra de Juanes temos aquele som gostoso de ouvir e que transmite calma e positividade.

“A mensagem da música é muito importante. É como um reflexo da vida; é como, depois de todos esses anos, no fim da sua vida, você percebe que foi capaz de aprender sobre o amor. É uma questão que todos nós temos o tempo todo, então é muito profundo e lindo”, revela o artista.

O colombiano é só elogios à nova amiga, “Eu me apaixonei pela voz de Alessia Cara. Eu a conheci há dois anos, quando nos apresentávamos no Latin Grammy’s”.

Juanes também conta como aconteceu a parceria “Ano passado quando eu estava trabalhando nessa música com alguns amigos, decidimos convidar Alessia Cara. Aconteceu porque temos um amigo em comum, então ele nos ajudou a nos conectar, e agora nós temos uma música”.

Uma coisa bem bacana é que foi a primeira vez que a canadense Alessia Cara cantou em espanhol. Ela já inclusive se arriscou no português cantando Djavan em vídeo de suas redes sociais.

Juanes conta que a cantora teve muita facilidade de cantar em espanhol e quase sem sotaque. e ele acredita que isso se deve graças a descendência italiana de Alessia.

O single está disponível nas plataformas digitais pela Universal Music e vice vai se apaixonar pela canção e pelo dueto.

https://youtu.be/mQ4o4Wcda_s

Faz Comigo Outra Vez

Você vai se encantar muito com Day e Lara e Jerry Smith em “Faz Comigo Outra Vez”. Se você já quis alguma nova chance com alguém, vai se identificar e até mesmo se inspirar.

O videoclipe da canção mostra Jerry como um cara que errou feio com amada e implora por mais uma chance e garante que vai mudar. O mais bacana é que Day além do roteiro, assina a direção do clipe.

“Criamos uma personagem chamada Dara (mistura de Day e Lara). Ela é a personificação de todas as mulheres, cada uma com seu jeito e com sua personalidade. A intenção é mostrar pra todo mundo que não importa qual o seu tipo/estilo, se você é ousada, meiga, caricata, todas podem vivenciar uma mesma situação, e mostrar também, as várias faces e fases da mulher”, ressalta Day.

A letra da canção foi composta pelo trio Thales Lessa, Waléria Leão e Blener Maycom (também produziu). E sobre a escolha de Jerry Smith, Lara conta “Pensamos no Jerry como feat porque ele é um funkeiro que consegue passear no sertanejo e o público tem adorado isso. Nos vimos entrando no mundo musical dele e ele no nosso. Acreditamos que essa mistura seria bacana e que o resultado dessa soma seria incrível”.

Jerry Smith comemora “A música tem uma batida muito legal. A Day e a Lara são incríveis. Adorei participar do projeto e assim como eu, espero que todos gostem desse trabalho. As meninas estão no maior pique e eu também”.

Lips Don’t Lie

Com a participação especial de A Boogie Wit Da Hoodie, a cantora Ally Brooke lança a tão aguardada e sedutora “Lips Don’t Lie”.

A faixa ganhou um clipe bem bacana onde os cantores interpretam o tema com fundo preto e a boca da cantora aparece em destaque com diversas nuances e texturas de batom.

O single lançado pela Warner Music foi produzido por Oscar Görres (que já trabalhou com Britney Spears) junto à Max Crews, Max Martine Elof Loelv (que já produziram Rihanna e Katy Perry).

Segundo Ally “Lips Don’t Lie é a música que mais me empolgou mostrar para as pessoas”. A ex- Fifth Harmony completa “É um lado diferente de mim, um pouco sensual e de flerte, sobre como um beijo pode ser a maneira mais verdadeira de saber se uma conexão é real”.

A cantora que em sua fase solo investe em um Pop com influências latinas está terminando seu primeiro livro chamado “Finding Your Harmony” com lançamento para 2020 pela Dey Street Books/ HarperCollins.

A artista irá contar sua trajetória e como conseguiu se manter no sucesso sem deixar de lado suas raízes e crenças, nem nos momentos mais difíceis.

En Cero

Yandel chega com um Reggaeton romântico junto a Sebastian Yatra e Manuel Turizo. “En Cero” vai te conquistar em cheio.

A música sobre arrependimento e a necessidade do amor ganhou um clipe com direção vdd Fernando Lugo. Na produção, atrapalhados, os três cantores são convidados de um casamento e causam muito na cerimônia e na festa.

Mais uma vez se provou a força da internet. Desde o começo do ano, muitos fãs pediam parceria de Yandel com Yatra e Turizo. E atendendo a pedidos, os dois foram chamados de uma vez pelo cantor.

O novo single que faz parte do trabalho solo de Yandel, não está em seu mais recente álbum “The One”, o que nos leva a crer que pode vir mais coisas novas por aí, quem sabe um novo disco ou reedição. E lembrando que sua dupla com Wisin continua firme e forte.

Sin Ti

Já muito queridos no Brasil, Maite Perroni e Juan Magan se juntam ao talentoso Axel Muñiz no empolgante “Sin Ti”.

O Reggaeton ganhou um clipe bem especial gravado na cidade de Yucatán no México. O belo lugar conhecido por lindas paisagens serve de cenário para os três que além de passearem, participam de uma festa daquelas.

Axel que também é compositor da música revelou “Foi uma emoção incrível saber que eles gostaram da minha canção. Às vezes dá insegurança pensar se pessoas que já tem muita experiência na música, poderiam gostar ou não de algo de minha autoria. Quando Maite e Juan me disseram que ficaram encantados, me motivou a fazer muito mais coisas”.

Essa canção foi composta quando o cantor, que também trabalha como ator, estava apaixonado e começou a imaginar como seria sua vida sem a pessoa amada.

Lançado pela Warner Music, o single já está disponível em todas as plataformas digitais. Aproveite e curta muito!