A Danada Sou Eu

Após tanta espera ‘A Danada Sou Eu’, o segundo disco de Ludmilla finalmente foi lançado. Chegando com tudo, a cantora trás toda sua energia com ‘Cheguei’, a primeira faixa do álbum e onde se afirma como mulher de atitude e que vive intensamente sem se importar com o que pensam dela. Seguindo, temos o envolvente e sensual hit ‘Bom’, sobre sedução e provocação, o primeiro single já domina as pistas de dança de todo país.

Outra música que promete ser um grande sucesso é ‘Sou Eu’, a minha predileta e na qual ela se apresenta como ‘a danada’ que por onde passa chama a atenção de todos, através de um ótimo Pop Funk, o estilo defendido pela artista. E atitude também não falta em ‘Desapega’ que defende a liberdade da mulher de ser quem é e também de sair com quem quiser e fazer o que tiver vontade, tudo isso sem depender de homem nenhum. Assim como prometido pela cantora meses antes do lançamento deste trabalho, a música ‘Tipo Crazy’ conta com a participação do cantor americano Jeremih e sem dúvidas é uma das melhores do disco.

A já conhecida pelos fãs ‘Tá Tudo Errado’ nos empolga com as batidas do funk e fala sobre curtir a vida ao máximo sem abaixar a cabeça pra nada e ninguém. Sendo então, uma faixa que dá vontade de ouvir muitas vezes e ótima para ser tocada em festas. E claro o romantismo não podia deixar de faltar, sendo destaque a canção ‘Modo Avião’ que fala em mesmo por amor não deixar de lado suas vontades e convicções, lembrando que amar também é deixar livre o outro.

Não tem como não gostar de ‘Espelho’ que fala sobre ser feliz consigo mesmo e inclusive quando se está amando. E mais uma participação especial é a do sertanejo Gustavo Lima na faixa ‘Homem É Homem’ que trás uma pitada deste ritmo tão brasileiro junto ao funk e que fala sobre sedução e se deixar levar quando a paixão está no ar. Nela um homem tenta mostrar que não é apenas um sedutor e que quer uma relação séria, pedindo uma chance pra provar que é um homem e não um moleque.

adanadasoueu

Dividindo com Ludmilla a faixa ‘Abstinência’ e dando um toque especial, o rapper Filipe Ret doa todo seu talento em uma música de letra provocante e um ritmo envolvente sobre a química entre duas pessoas e que trás abstinência quando um está longe do outro, feito uma droga. Mais uma vez o lado romântico da funkeira toma conta na faixa ‘Nunca Me Verá Chorar’, sobre um coração partido que terá que superar este momento e sem demonstrar a ninguém a dor que sente. Para assim seguir e até quem sabe, encontrar um novo amor.

Este novo álbum, mostra uma Ludmilla muito mais madura vocalmente, musicalmente e nas letras que canta. Este trabalho é sem dúvidas, o melhor até agora e supera o primeiro disco, que já era muito bom, em relação à qualidade inclusive na produção e nos arranjos. O título ‘A Danada Sou Eu’ foi dado pela própria funkeira, que foi até o diretor da gravadora Warner Music já com o nome criado, no dia daa reunião pra definição do título. Ele simplesmente adorou a ideia. Segundo Ludmilla, ser danada é ser autêntica, fazer o que tem vontade e ir atrás do que se quer. E isso realmente é o que podemos dizer da temática do disco. Sendo assim, o nome dado por ela realmente é a cara do álbum. Ludmilla vai conquistar você em cheio.

Lembrando que o disco já está à venda em formato físico e digital e também disponível nas plataformas digitais.

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2 comentários em “A Danada Sou Eu

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